sábado, 20 de agosto de 2011
TENDE FÉ EM DEUS
sábado, 30 de julho de 2011
NOVO LOGOTIPO DA CASA ESPÍRITA JOÃO GHIGNONE

A Casa Espírita João Ghignone agora tem um logotipo, que foi aprovado pelo Conselho Diretor na última reunião, ocorrida em julho/2011.
A arte foi desenvolvida pela trabalhadora Giovana Aparecida da Silva.
Segundo Giovana, "as letras do logotipo são uma forma abreviada de Casa Espírita João Ghignone: C E J G H I."
As flores: "O nome dessa flor é Sempre-viva. Há várias espécies desta no Brasil, mas essa de tons amarelados foi escolhida com o propósito de representar o Pentateuco Espírita: O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese."
O sustentáculo: "As Bases que sustentam os estudos e os trabalhos do CEJGHI é o Pentateuco Espírita. Por isso a Casa Espírita João Ghignone segue à luz do Espiritismo."
A sempre-viva: "A simbologia da Sempre-viva é muito interessante, pois ela representa imortalidade, eternidade e mansidão. Essa flor mesmo depois se ser arrancada não murcha, permanecendo viva e imortal. E a palavra imortalidade mantém uma ligação direta com todos nós, espíritos imortais, no tentame de todos os dias evoluírem um pouco mais sobre a perspectiva espírita."
Apesar da Giovana alegar que não percebeu o simbolismo, a parede de tijolos do fundo representam a fachada da Casa Espírita João Ghignone.
Parabéns à Giovana pelo trabalho desenvolvido.
domingo, 17 de julho de 2011
VIVER COM ALEGRIA
Saúda o dia nascente com alegria de viver aureolada pela gratidão a Deus.Cada novo dia é abençoada oportunidade de crescimento espiritual e de iluminação interior.
Atravessar o rio dos problemas de uma hora para a outra margem, onde se encontram as formosas atividades de engrandecimento moral, é a tarefa inteligente da pessoa que anela pela conquista da felicidade.
Quando se abre a mente e o coração à alegria, é possível descobri-la em toda parte, bastando olhar-se para a Vida, e ei-la jubilosa...
Quando se adquire a consciência da responsabilidade, de imediato sente-se que se é livre, mas essa liberdade é sempre conquistada pela ação que se converte em bênção de amor.
Somente através do amor é que o ser humano pode considerar-se realmente livre de todas as amarras, mesmo que essa aquisição seja lograda, de alguma forma, através do sofrimento.
O sofrimento faz mal, no entanto, não é um mal, porque oferece os recursos valiosos para a aquisição do bem permanente.
Eis porque o trabalho de qualquer natureza deve ser realizado com o sentimento do amor, o que equivale a uma postura de liberdade em ação.
Quando o amor não está presente no sentimento, a alegria não se enfloresce, porque permanece sombreada pelas dúvidas e suspeitas, porquando somento através do amor é que se adquire a perfeição, em face dos mecanismos de ação que movimenta.
Pessoas existem que afirmam não poderem amar porque não compreendem o seu próximo, tendo dificuldade em aceitá-lo conforme é. A questão, no entanto, é mais sutil, e deve ser formulada nos seguintes termos: porque não ama, torna-se difícil compreender, em razão dos seus caprichos egoísticos que dificultam a bondade em relação aos outros.
Quando o amor se instala, a alegria de viver esplende como resultado da própria alegria de ser consciente.
A alegria não é encontrada em mercados ou farmácias, mas nos recônditos do coração que sente e ama, favorecendo-lhe o surgimento como um contínuo amanhecer.
Basta que se lhe ausculte a intimidade, e e-la triunfante sobre a noite das preocupações.
Em realidade, viver com alegria não impede a presença dos sofrimentos que fazem parte do processo de evolução. Pelo contrário, é exatamente por serem compreendidos como indispensáveis que proporcionam satisfação e bem-estar.
Sempre que possível expressa a tua alegria de viver.
(...)
Alguém que cultiva a alegria de viver já possui um tesouro.
Esparze-o onte te encontres e oferta-o a quem se te acerque, tornando mais belo o dia-a-dia de todos os seres com o sol do teu júbilo.
Se já encontrastes Jesus, melhor razão tens para a alegria, porque envolto na Luz do Mundo, nenhuma sombra te ameaça.
Serás, ao longo da vilegiatura carnal, o que te faças a cada instante, conforme o és, resultado do que fizeste.
Alegra-te com a vida que desfrutas e agradeces sempre a Deus a glória de saber e de amar para agir com acerto.
Joana de Ângelis
Psicografia: Divaldo Pereira Franco
sábado, 18 de junho de 2011
AMARGURA
Para bem servir ao Senhor, não é razoável marchemos ao longo do trabalho honroso à maneira de cooperadores lacrimosos e descontentes.
A mágoa, muitas vezes, traduz desconfiança e deslealdade.
O coração operoso e confiante nunca perde o otimismo, colocando-se, antes de tudo, à frente do Infinito e da Eternidade.
Há dificuldades e problemas?
Prossigamos em serviço e o Mestre Divino oferecer-nos-á a solução.
Há sombras?
Lembremo-nos de que não existem nuvens eternas, porque o Centro da Criação é Luz Imperecível.
Há quedas?
Estejamos convictos de que o reerguimento não se fará esperar.
O dever do trabalhador é continuar a tarefa que lhe foi conferida, tanto quanto a obrigação do servo fiel é marchar na realização do programa de quem lhe concedeu a bênção do serviço edificante.
Tenhamos em mente que, em favor do êxito geral de nosso esforço, é imprescindível o incessante combate às raízes de amargura no coração. Se brotarem livremente, serão venenosos arbustos, prejudicando a movimentação dos interesses coletivos de elevação e paz.
Guardemos reflexão e prudência, mas destruamos a amargura injustificável, para que não perturbemos a obra do Mestre e para que os nossos amados não se privem da graça de Deus.
Emmanuel
Do livro: Vinha de Luz
domingo, 22 de maio de 2011
ANJOS

Anjos
Beto Melo
Qual de nós não tem nenhum defeito?
Qual de nós não tem uma virtude?
Precisamos só achar um jeito
De suavizar o lado rude
Vamos ajudar-nos mutuamente
E somar as nossas qualidades
Pra fazer um mundo diferente
E tirar a força da maldade
Um dia todos nós seremos anjos
Vamos trabalhar e acreditar
E no futuro nós seremos anjos
No planeta onde o amor,
Unicamente o amor há de reinar
(E assim será)
A felicidade só começa
Quando cessam as desigualdades
Quando todos compartilham sonhos
E não usam mal a liberdade
Mestre falou: - Sede perfeitos
E nos ensinou esta lição
Que somente o amor será eterno
Nele está a nossa salvação
No livro O Céu e o Inferno, Kardec nos mostra como a Doutrina Espírita, dentro de sua visão racional, vê a questão dos Anjos:
"A Humanidade não se limita à Terra; habita inúmeros mundos que no
Espaço circulam; já habitou os desaparecidos, e habitará os que se formarem. Tendo-a
criado de toda a eternidade, Deus jamais cessa de criá-la. Muito antes que a Terra
existisse e por mais remota que a suponhamos, outros mundos havia, nos quais
Espíritos encarnados percorreram as mesmas fases que ora percorrem os de mais
recente formação, atingindo seu fim antes mesmo que houvéramos saído das mãos do
Criador.
De toda a eternidade tem havido, pois, puros Espíritos ou anjos; mas, como a
sua existência humana se passou num infinito passado, eis que os supomos como se
tivessem sido sempre anjos de todos os tempos.
Realiza-se assim a grande lei de unidade da Criação; Deus nunca esteve
inativo e sempre teve puros Espíritos, experimentados e esclarecidos, para transmissão
de suas ordens e direção do Universo, desde o governo dos mundos até os mais
ínfimos detalhes. Tampouco teve Deus necessidade de criar seres privilegiados,
isentos de obrigações; todos, antigos e novos, adquiriram suas posições na luta e por
mérito próprio; todos, enfim, são filhos de suas obras.
E, desse modo, completa-se com igualdade a soberana justiça do Criador."
sábado, 14 de maio de 2011
TORMENTOS MODERNOS
Não obstante, os nobres e úteis avanços não conseguiram impedir a violência urbana; as guerras, cada vez mais destruidoras; a miséria econômica e social; os fenômenos sísmicos; o surgimento de novas e calamitosas enfermidades; a corrupção de vários matizes, que campeia desenfreada; os crimes hediondos assim como a pena de morte, a eutanásia, o aborto, o suicídio, a traição...
Aprofundaram a sonda na psique do ser humano e desvelaram muitos enigmas que antes desvairavam, oferecendo recursos terapêuticos para minimizar e mesmo sanar muitos transtornos. Todavia, não puderam evitar distúrbios neuróticos e de pânico, as depressões profundas e outras tantas patologias tormentosas da mente...
A admirável conquista da ecologia ressalta este período, preservando a vida vegetal, animal, o meio ambiente com valiosas contribuições em favor do planeta em pré-agonia.
Apesar disso, a vida humana perece pela fome, pelo abandono, por diversas doenças que ainda não foram vencidas, pelo desrespeito de que é vítima...
Ocorre que o homem interior ainda não se fez conquistar. As valiosas realizações de fora aprisionaram-no, por outro lado, no limite das horas, no volume esmagador dos compromissos, na multiplicidade das realizações para a sobrevivência, estressando-o ou fazendo-o indiferente ao seu próximo, tornando-o arrogante ou aturdido, falto de ideais superiores e abarrotado de coisas sem significado real.
As exigências sociais tiraram-lhe a naturalidade, e os anseios de triunfos externos desestruturam-no, tornando-se-lhe importantes os valores que se fazem conhecidos, embora escravizem, em detrimento daqueloutros que permanecem não vistos e que são libertadores.
O temor detém-no no lar, cercado de tecnologia, mas, isolado da convivência com outras pessoas, longe do calor humano que produz relacionamentos motivadores.
A exigüidade de tempo não lhe propicia mais a reflexão, levando-o a agir e a reagir por impulsos. Escasseiam-lhe os momentos para si mesmo, interiormente, em espaços mentais e emocionais de oração, de meditação, de refazimento de forças exauridas nos embates contínuos.
Os medos assaltam-no, e a solidão na multidão asfixia-o.
Joanna de Ângelis
Do livro: Amor, Imbatível Amor
Nesta página de incálculável valor, Joanna de Ângelis nos leva a uma profunda reflexão dos grandes problemas enfrentados pelo ser humano nas lutas cotidianas do período contemporâneo. Em uma visão apressada, pode parecer uma visão pessimista. Porém, trata-se de uma realidade da qual muitas vezes fugimos. Em muitas outras lições da Mentora, podemos perceber que no âmago destas dificuldades está a necessidade urgente do nosso ser em evangelizar-se para promover a reforma íntima que irá nos libertar destes tormentos voluntários. No estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo, percebemos que embora todas as dores do mundo, podemos sim sermos felizes aqui na Terra. O amparo de Deus, através da ação sempre presente de Jesus, há de nos dar a paz que tanto anelamos.
Veja na outra postagem o vídeo Amazing Grace, que nos mostra como a proteção do Alto se faz sempre presente, mas quase sempre não percebemos...
domingo, 24 de abril de 2011
O ESPELHO DA VIDA
Ergue-se na Terra para Deus, sob a égide do Cristo, à feição do diamante bruto, que, arrancado ao ventre obscuro do solo, avança, com a orientação do lapidário, para a magnificência da luz.
Nos seres primitivos, aparece sob a ganga do instinto, nas almas humanas surge entre as ilusões que salteiam a inteligência, e revela-se nos Espíritos Aperfeiçoados por brilhante precioso a retratar a Glória Divina.
Estudando-a de nossa posição espiri¬tual, confinados que nos achamos entre a animalidade e a angelitude, somos ímpelidos a interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar.
Definindo-a por espelho da vida, reco¬nhecemos que o coração lhe é a face e que o cérebro é o centro de suas ondulações, gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para acrísolar e sublimar.
Em todos os domínios do Universo vibra, pois, a influência recíproca.
Tudo se desloca e renova sob os prin¬cípios de interdependência e repercussão.
O reflexo esboça a emotividade.
A emotividade plasma a idéia.
A idéia determina a atitude e a palavra que comandam as ações.
Em semelhantes manifestações alon¬gam-se os fios geradores das causas de que nascem as circunstâncias, válvulas oblitera¬tivas ou alavancas libertadoras da existência.
Ninguém pode ultrapassar de improviso os recursos da própria mente, muito além do círculo de trabalho em que estagia; contudo, assinalamos, todos nós, os reflexos uns dos outros, dentro da nossa relativa capacidade de assimilação.
Ninguém permanece fora do movimento de permuta incessante.
Respiramos no mundo das imagens que projetamos e recebemos. Por elas, estaciona¬mos sob a fascinação dos elementos que provisoriamente nos escravizam e, através delas, incorporamos o influxo renovador dos poderes que nos induzem à purificação e ao progresso.
O reflexo mental mora no alicerce da vida.
Refletem-se as criaturas, reciprocamen te, na Criação que reflete os objetivos do Criador.
Emmanuel
Do livro: Pensamento e vida
domingo, 27 de março de 2011
REFORMA ÍNTIMA: CAMINHO PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA OBSESSÃO
segunda-feira, 7 de março de 2011
CONVITES PARA O BEM

A reencarnação nada mais é do que uma grande chance que Deus nos dá de redimirmos as questões mal-feitas do passado. Quando estamos inseridos em um grupo familiar difícil, que aparentemente não atende ao nosso ideal de felicidade, é um momento “único” que Deus nos possibilita. Neste contexto, percebemos que o companheiro complicado que nos testa a todo instante, é o mesmo companheiro que desviamos do trajeto e que hoje nos cobra o tempo perdido. E Deus nos dá esta oportunidade, colocando-nos numa mesma família, ou num mesmo grupo, para que possamos aprender a amar. E o amor, meta sublime, é o nosso grande ideal.