Se o Apocalipse está repleto de símbolos profundos, isso não impede venhamos a examinar-lhe as expressões, compatíveis com o nosso entendimento, extraindo as lições suscetíveis de ampliar-nos o progresso espiritual.
O versículo mencionado proporciona uma idéia da longanimidade do Altíssimo, na consideração das falhas e defecções dos filhos transgressores.
Muita gente insiste pela rigidez e irrevogabilidade das determinações de origem divina, entretanto, compete-nos reconhecer que os corações inclinados a semelhante interpretação, ainda não conseguem analisar a essência do amor que apaga dívidas escuras e faz nascer novo dia nos horizontes da alma.
Se entre juízes terrestres existem providências fraternas, qual seja a da liberdade sob condição, seria o tribunal celeste constituído por inteligências mais duras e inflexíveis?
A Casa do Pai é muito mais generosa que qualquer figuração de magnanimidade apresentada, até agora, no mundo, pelo pensamento religioso. Em seus celeiros abundantes, há empréstimos e moratórias, concessões de tempo e recursos que a mais vigorosa imaginação humana jamais calculará.
O Altíssimo fornece dádivas a todos, e, na atualidade, é aconselhável medite o homem terreno nos recursos que lhe foram concedidos pelo Céu, para arrependimento, buscando renovar-se nos rumos do bem.
Os prisioneiros da concepção de justiça implacável ignoram os poderosos auxílios do Todo-Poderoso, que se manifestam através de mil modos diferentes; contudo, os que procuram a própria iluminação pelo amor universal sabem que Deus dá sempre e que é necessário aprender a receber.
Emmanuel
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
MEDITAÇÃO
Reserva-te alguns minutos para a meditação antes de tomar atitudes, de assumir compromissos.
Os melhores conselhos que recebes são guias e não soluções.
Os teus problemas pertencem-te e a ti cabe solucioná-los.
Transferir responsabilidades para os outros é fugir ao dever.
Como não é justo que te acredites responsável por tudo, também não é correto que culpes os outros por todas as ocorrências infelizes que te alcancem.
Renovação moral é compromisso para já, e não para oportunamente.
Cada vez que postergas a ação dignificadora em favor de ti mesmo, as circunstâncias se tornam mais complexas e difíceis.
Em ti próprio estão as respostas para as interrogações que bailam em tua mente.
Aclimata-te ao silêncio interior e ouvirás com clareza as diretrizes para equacioná-las.
No dia-a-dia aprenderás a te encontrares, se o intentares sempre.
Um dia é valioso período de tempo, cheio de incidentes para serem resolvidos e rico de oportunidade para elevação pessoal.
Ganha cada momento, fazendo uma após a outra cada tarefa, e terminarás a jornada em paz.
Reflexiona, portanto, antes de agires, para que, arrependido, não venhas a meditar só depois.
Joanna de Angelis
Do livro Episódios Diários
Os melhores conselhos que recebes são guias e não soluções.
Os teus problemas pertencem-te e a ti cabe solucioná-los.
Transferir responsabilidades para os outros é fugir ao dever.
Como não é justo que te acredites responsável por tudo, também não é correto que culpes os outros por todas as ocorrências infelizes que te alcancem.
Renovação moral é compromisso para já, e não para oportunamente.
Cada vez que postergas a ação dignificadora em favor de ti mesmo, as circunstâncias se tornam mais complexas e difíceis.
Em ti próprio estão as respostas para as interrogações que bailam em tua mente.
Aclimata-te ao silêncio interior e ouvirás com clareza as diretrizes para equacioná-las.
No dia-a-dia aprenderás a te encontrares, se o intentares sempre.
Um dia é valioso período de tempo, cheio de incidentes para serem resolvidos e rico de oportunidade para elevação pessoal.
Ganha cada momento, fazendo uma após a outra cada tarefa, e terminarás a jornada em paz.
Reflexiona, portanto, antes de agires, para que, arrependido, não venhas a meditar só depois.
Joanna de Angelis
Do livro Episódios Diários
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
FAZER PARA SER
Acordaste para as realidades da Vida Imperecível e, provavelmente, anseias partilhar as iniciativas que se relacionam com as grandes realizações.
E porque não possa isso se te oferecer, de imediato, recolhes-te, habitualmente à omissão, marginalizando os melhores ideais.
Entretanto, vale refletir no valor do tempo e na importância da iniciação, tocando mãos à obra.
Nem sempre disporás de assembléias atenciosas ou de palavra experiente a fim de veicular os princípios que abraças, no entanto, sempre possuis no recinto doméstico ou no grupo de trabalho alguns corações para os quais a tua compreensão estimulante e consoladora se te fará uma bênção.
Não obterás a fundação instantânea de um hospital a que se abriguem numerosos enfermos, mas, sem dificuldade, consegues ser a visita reconfortante para algum doente esquecido.
Não instituirás de improviso o apostolado da tristeza, promovendo círculos de ação curativa, contudo, é provável contes com alguém no campo afetivo, em dificuldades da alma, pedindo-te tolerância e paciência para que se lhe recuperem a segurança e o equilíbrio.
Não estabelecerás de repente esta ou aquela obra assistencial com que alivies o sofrimento de quantos te procuram em condições de necessidade, todavia, nada te impede de repartir o próprio pão com aqueles que esmorecem na carência de recursos materiais.
Lembra-te da semente que se conforma com o próprio esforço no templo se transforma na árvore carregada de frutos; da fonte que exemplifica humildade e se transfigura na represa de força; no fio simples que se esquece em disciplina para servir e se converte em mensageiro de luz.
Para que te incorpores à construção do bem de todos, estuda e raciocina, de vez que não avançarás sem discernimento, mas não te confies à expectação inoperante suscetível de arrojar-te à inutilidade.
Fazer o melhor ao nosso alcance, a fim de sermos capazes de realizar o melhor em favor dos outros.
No levantamento do Reino de Deus, a começar de nós próprios, o Senhor não nos pede o impossível, mas é natural espere de nós o melhor que possamos fazer.
Emmanuel
Do livro: Mentores e Seareiros
E porque não possa isso se te oferecer, de imediato, recolhes-te, habitualmente à omissão, marginalizando os melhores ideais.
Entretanto, vale refletir no valor do tempo e na importância da iniciação, tocando mãos à obra.
Nem sempre disporás de assembléias atenciosas ou de palavra experiente a fim de veicular os princípios que abraças, no entanto, sempre possuis no recinto doméstico ou no grupo de trabalho alguns corações para os quais a tua compreensão estimulante e consoladora se te fará uma bênção.
Não obterás a fundação instantânea de um hospital a que se abriguem numerosos enfermos, mas, sem dificuldade, consegues ser a visita reconfortante para algum doente esquecido.
Não instituirás de improviso o apostolado da tristeza, promovendo círculos de ação curativa, contudo, é provável contes com alguém no campo afetivo, em dificuldades da alma, pedindo-te tolerância e paciência para que se lhe recuperem a segurança e o equilíbrio.
Não estabelecerás de repente esta ou aquela obra assistencial com que alivies o sofrimento de quantos te procuram em condições de necessidade, todavia, nada te impede de repartir o próprio pão com aqueles que esmorecem na carência de recursos materiais.
Lembra-te da semente que se conforma com o próprio esforço no templo se transforma na árvore carregada de frutos; da fonte que exemplifica humildade e se transfigura na represa de força; no fio simples que se esquece em disciplina para servir e se converte em mensageiro de luz.
Para que te incorpores à construção do bem de todos, estuda e raciocina, de vez que não avançarás sem discernimento, mas não te confies à expectação inoperante suscetível de arrojar-te à inutilidade.
Fazer o melhor ao nosso alcance, a fim de sermos capazes de realizar o melhor em favor dos outros.
No levantamento do Reino de Deus, a começar de nós próprios, o Senhor não nos pede o impossível, mas é natural espere de nós o melhor que possamos fazer.
Emmanuel
Do livro: Mentores e Seareiros
terça-feira, 17 de novembro de 2009
DESCULPAR
Desculpe e você compreenderá.
Onde existe amor não há lugar para ressentimento.
Ao colocar-se na condição de quem erra, seja qual seja o problema, de imediato, você notará que a compaixão nos dissolve qualquer sombra de crítica.
A existência humana é uma coleção de testes em que a Divina Sabedoria nos observa, com vistas à nossa reabilitação para a Vida Superior; quem hoje condena o próximo não sabe que talvez amanhã esteja enfrentando os mesmos problemas daqueles companheiros presentemente em dificuldade.
Nos esquemas da Eterna Justiça, o perdão é a luz que extingue as trevas.
Às vezes, aquilo que parece ofensa é o socorro oculto do Mundo Espiritual em seu benefício.
A misericórdia vai além do perdão, criando o esquecimento do mal.
Em muitas ocasiões, a Divina Providência nos permite erro para que aprendamos a perdoar.
A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa.
Perdão é a fórmula da paz.
Aprendamos a tolerar, para que sejamos tolerados.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
Onde existe amor não há lugar para ressentimento.
Ao colocar-se na condição de quem erra, seja qual seja o problema, de imediato, você notará que a compaixão nos dissolve qualquer sombra de crítica.
A existência humana é uma coleção de testes em que a Divina Sabedoria nos observa, com vistas à nossa reabilitação para a Vida Superior; quem hoje condena o próximo não sabe que talvez amanhã esteja enfrentando os mesmos problemas daqueles companheiros presentemente em dificuldade.
Nos esquemas da Eterna Justiça, o perdão é a luz que extingue as trevas.
Às vezes, aquilo que parece ofensa é o socorro oculto do Mundo Espiritual em seu benefício.
A misericórdia vai além do perdão, criando o esquecimento do mal.
Em muitas ocasiões, a Divina Providência nos permite erro para que aprendamos a perdoar.
A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa.
Perdão é a fórmula da paz.
Aprendamos a tolerar, para que sejamos tolerados.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
domingo, 15 de novembro de 2009
O HOMEM NO MUNDO
Durante seus primeiros passos no ambiente terreno, viveu o homem primitivo um período de predominância dos instintos. Equiparando-se aos animais, não tinha lucidez para julgar o que era certo ou errado. Não sabia discernir entre o bem e o mal.
Livre da consciência, matava e comia quando tinha fome; buscava rios e lagos quando tinha sede; deitava-se e dormia quando tinha sono.
Tinha vida em plena liberdade. Mas por não conhecer o valor que esta representa, e preso às paixões impulsivas de seus instintos animais, não se preocupa com a vida, e o que ela representa em sua essência.
Eram dias difíceis. Porém, em contrapartida, de grande felicidade, pois tal como a criança, não tinha compromissos e obrigações que lhes lembrassem o sentido de responsabilidade.
A vida então se descortinava a cada dia em forma de um espetáculo de cores e sons que hoje nos parece irreal. As paisagens que se abriam aos seus olhos parecia ser o próprio Éden, que se perdia na linha do horizonte em telas multicores, banhadas pela luz dourada do sol, e refrigerada pela brisa pura de sua atmosfera.
Observando as maravilhas do planeta em que vivia, e apesar de sua condição inferior, tinha em seu íntimo a intuição da existência de Deus, e demonstra de maneira inocente e espontânea sua espiritualidade. Por este motivo, o homem primitivo identificava Deus nos fenômenos da natureza, e o adorava e temia nos raios, nos trovões, no fogo, etc. Criava também figuras mitológicas, onde imaginava retratar o Criador, em estátuas de pedra, para as quais rendia graças.
Hoje vemos os registros arqueológicos, e nos espantamos com a diversidade de sinais religiosos primitivos. Porém, em essência, são os mesmos seres primitivos de ontem, vivendo no mesmo planeta, mas com outra roupagem.
Mas no nosso passado, tal como fazemos hoje, buscamos as respostas que nos faça entender o mundo à nossa volta. Chega um momento em que a simples visão das paisagens bonitas nos fazia notar e questionar a regularidade da natureza, a alternância ente o dia e a noite, entre a chuva e a seca, entre o frio e o calor. Observamos que nem todos os animais matavam para comer; que alguns voavam, outros nadavam. Notamos estarrecidos que nós mesmos éramos diferentes uns dos outros. Alguns eram machos e outros eram fêmeas. E as perguntas não paravam de martelar; por quê?
Eram os primeiros sinais do raciocínio lógico a dominar nossa mente de idéias e pensamentos que mudaram os destinos da Terra.
Mas, faltando ainda o discernimento e o equilíbrio, esquecemos um pouco de nossa espiritualidade, e passamos a cultuar a mente e a ciência.
O homem passou do ser primitivo que era para o homem racional. E grandes pensadores surgiram, muitas escolas do pensamento se abriram. Entre as várias correntes, uma se destacou e que foi inaugurada por Descartes, que brindou o mundo com seu paradigma mecanicista, que tenta encaixar todas as questões que afligem o ser humano em regras e leis uniformes. E a observação e conhecimento destas leis poderiam trazer ao homem as respostas que tanto procura. No entanto, faltou a humildade para reconhecer eu estas leis são de Deus, que as criou para que tivéssemos uma vida em plenitude, e pudéssemos usar todas os recursos naturais para nossa sobrevivência e evolução.
O paradigma existencialista reflete a postura do homem que, perdido entre a frieza do raciocínio e as benesses da espiritualidade, ficou perdido no meio do caminho, não aceitando as alternativas colocadas à disposição. Não sabe de onde vem, nem para onde vai, mas sabe que não quer aceitar nada. A intenção do ser existencialista é driblar a morte, perpetuando sua permanência no mundo terreno. E porque isto não é possível, deixa-se dominar pela tristeza, pelo desânimo, pelo pessimismo persistente e exagerado.
Não demorou muito para que o homem percebesse que a única maneira de reencontrar a felicidade e o paraíso perdido era voltar às origens e reencontrar Deus, o Criador que nos presenteou a vida. Reencontrar a espiritualidade perdida passa a ser a nova meta do homem no mundo.
Percebemos esta preocupação pela quantidade de religiões e doutrinas espalhadas pelo mundo, e que expressam esta busca incessante e desenfreada.
No ESE, no cap. XVII, temos a instrução de um Espírito Protetor, que nos dá a visão espírita do assunto.
Não é por acaso que a genialidade de Kardec inseriu este texto no capítulo intitulado “Sede Perfeitos”. Porque vemos que o maior objetivo do homem no mundo é buscar a perfeição. Tudo que fazemos no planeta Terra é visando a perfeição, ainda que não percebemos. A busca da perfeição, naturalmente, nos exige uma dose de força moral suficiente para vencermos os problemas, as dificuldades e as tentações que surgem no nosso caminho. Há que se seguir um roteiro seguro que traga sucesso em nossa empreitada. Se não conseguirmos resultados agora, não há motivos para desânimo, pois novas oportunidades surgem, outras vidas virão, novos encontros surgirão.
Kardec nos falou muito da reforma íntima. E na questão da busca da perfeição o primeiro ponto a definir é a renovação interior, começando pelos nossos pensamentos e nossos corações.
Temos que deixar de lado sentimentos que nos trazem a felicidade aparente, mas que iludem nossos sentidos, anestesiam nosso raciocínio. É necessário elevar o pensamento ao alto pedindo forças para suportarmos com retidão todas as dificuldades, sem nos entregarmos ao desânimo e à revolta. Precisamos aprender a cultivar um sentimento de piedade pelos que passam por dificuldades, e auxiliarmos sempre que possível.
Não estamos sozinhos no mundo. O homem é um ser social por excelência. Por isso, toda evolução e progresso deve ser sempre em contato com todos que dividem este espaço conosco. É ilusão achar que isolando-nos a uma vida mística, de contemplação, de culto exclusivamente a Deus irá nos tornar melhores.
É com ajuda uns dos outros que conseguiremos forças para melhorar. Além do mais, o contato com a sociedade nos permite excelentes condições de corrigirmos nossos erros do passado, e que exigem o nosso esforço. Jesus nos falou que não subiremos ao Reino dos Céus enquanto não quitarmos o último ceitil.
Porém, o mérito é conviver em sociedade sacrificando os desejos desnecessários, no intuito de se melhorar, melhorando os que conosco convivem. É orar e vigiar sempre.
Desta forma, conseguiremos manter a alegria e a jovialidade naturais, que nos abrem o caminho para o cultivo de bons relacionamentos. E se nossos companheiros não quiserem nos seguir neste momento, não há motivos para tristeza. Para cada um, o momento chega em períodos diferentes. Por isso, não é necessário forçar os outros a pensar e agir como nós. O respeito é fundamental para uma boa convivência social.
Agindo desta forma, sob esta diretriz, percebemos que não precisamos nos manter exageradamente sérios, renunciando a tudo. Podemos e devemos nos distrair, aproveitar os prazeres que a vida nos dá para relaxarmos e aliviarmos as pressões. Porém, sempre de forma saudável. O grande problema do mundo hoje é pensar que precisamos abrir mão do bom senso para conseguir diversão.
Nas festas sociais e populares, a fim de conseguir alegria e satisfação, abrimos as portas do nosso espírito a todo tipo de vícios, que irão nos atrasar o caminho, pois a satisfação que estas sensações trazem são fugazes como o tempo. São oportunidades perdidas, que deverão ser revisitadas, até que possamos supera-las.
Por isso, a orientação de Jesus: “Orai e vigiai”.
Elevar o pensamento para agradecer o que já conseguimos. E lembrar que em tudo há a presença de Deus.
É necessário também ajudar os irmãos que tem mais dificuldades do que nós, e os que ficam para trás. O mundo é uma embarcação em que entramos de mãos dadas, e temos que sair da mesma forma. O isolamento nos afasta deste propósito e nos leva ao egoísmo.
É preciso, por fim, cuidar do nosso corpo e do nosso espírito. O corpo é propriedade de Deus, que nos foi dado por empréstimo para podermos cumprir nossa missão na Terra, que é melhorar o espírito. Lembrando, buscar a perfeição.
A tarefa é grande, e o trabalho é árduo. Mas se nos propomos a construir um mundo melhor, deixando nossa marca na senda do progresso, o peso da carga se dilui, pois teremos uma caravana de Espíritos encarnados e desencarnados que nos ajudarão.
E quando o desânimo surgir, lembremos de Jesus, que era perfeito e puro, e mesmo assim sofreu, não para nos salvar, mas para mostrar o caminho da salvação, da perfeição. O exemplo de Jesus é suficiente para nos dar forças, e a lembrança de que suas palavras são a melhor obra de auto-ajuda que já existiu. Amélia Rodrigues lembra que hoje a convulsão do mundo prossegue, porque Jesus continua esquecido.
Hoje, a missão do homem no mundo é resgatar a imagem de Jesus, evangelizando-se, e fazendo o bem sempre.
por Fernando Luiz Petrosky
Livre da consciência, matava e comia quando tinha fome; buscava rios e lagos quando tinha sede; deitava-se e dormia quando tinha sono.
Tinha vida em plena liberdade. Mas por não conhecer o valor que esta representa, e preso às paixões impulsivas de seus instintos animais, não se preocupa com a vida, e o que ela representa em sua essência.
Eram dias difíceis. Porém, em contrapartida, de grande felicidade, pois tal como a criança, não tinha compromissos e obrigações que lhes lembrassem o sentido de responsabilidade.
A vida então se descortinava a cada dia em forma de um espetáculo de cores e sons que hoje nos parece irreal. As paisagens que se abriam aos seus olhos parecia ser o próprio Éden, que se perdia na linha do horizonte em telas multicores, banhadas pela luz dourada do sol, e refrigerada pela brisa pura de sua atmosfera.
Observando as maravilhas do planeta em que vivia, e apesar de sua condição inferior, tinha em seu íntimo a intuição da existência de Deus, e demonstra de maneira inocente e espontânea sua espiritualidade. Por este motivo, o homem primitivo identificava Deus nos fenômenos da natureza, e o adorava e temia nos raios, nos trovões, no fogo, etc. Criava também figuras mitológicas, onde imaginava retratar o Criador, em estátuas de pedra, para as quais rendia graças.
Hoje vemos os registros arqueológicos, e nos espantamos com a diversidade de sinais religiosos primitivos. Porém, em essência, são os mesmos seres primitivos de ontem, vivendo no mesmo planeta, mas com outra roupagem.
Mas no nosso passado, tal como fazemos hoje, buscamos as respostas que nos faça entender o mundo à nossa volta. Chega um momento em que a simples visão das paisagens bonitas nos fazia notar e questionar a regularidade da natureza, a alternância ente o dia e a noite, entre a chuva e a seca, entre o frio e o calor. Observamos que nem todos os animais matavam para comer; que alguns voavam, outros nadavam. Notamos estarrecidos que nós mesmos éramos diferentes uns dos outros. Alguns eram machos e outros eram fêmeas. E as perguntas não paravam de martelar; por quê?
Eram os primeiros sinais do raciocínio lógico a dominar nossa mente de idéias e pensamentos que mudaram os destinos da Terra.
Mas, faltando ainda o discernimento e o equilíbrio, esquecemos um pouco de nossa espiritualidade, e passamos a cultuar a mente e a ciência.
O homem passou do ser primitivo que era para o homem racional. E grandes pensadores surgiram, muitas escolas do pensamento se abriram. Entre as várias correntes, uma se destacou e que foi inaugurada por Descartes, que brindou o mundo com seu paradigma mecanicista, que tenta encaixar todas as questões que afligem o ser humano em regras e leis uniformes. E a observação e conhecimento destas leis poderiam trazer ao homem as respostas que tanto procura. No entanto, faltou a humildade para reconhecer eu estas leis são de Deus, que as criou para que tivéssemos uma vida em plenitude, e pudéssemos usar todas os recursos naturais para nossa sobrevivência e evolução.
O paradigma existencialista reflete a postura do homem que, perdido entre a frieza do raciocínio e as benesses da espiritualidade, ficou perdido no meio do caminho, não aceitando as alternativas colocadas à disposição. Não sabe de onde vem, nem para onde vai, mas sabe que não quer aceitar nada. A intenção do ser existencialista é driblar a morte, perpetuando sua permanência no mundo terreno. E porque isto não é possível, deixa-se dominar pela tristeza, pelo desânimo, pelo pessimismo persistente e exagerado.
Não demorou muito para que o homem percebesse que a única maneira de reencontrar a felicidade e o paraíso perdido era voltar às origens e reencontrar Deus, o Criador que nos presenteou a vida. Reencontrar a espiritualidade perdida passa a ser a nova meta do homem no mundo.
Percebemos esta preocupação pela quantidade de religiões e doutrinas espalhadas pelo mundo, e que expressam esta busca incessante e desenfreada.
No ESE, no cap. XVII, temos a instrução de um Espírito Protetor, que nos dá a visão espírita do assunto.
Não é por acaso que a genialidade de Kardec inseriu este texto no capítulo intitulado “Sede Perfeitos”. Porque vemos que o maior objetivo do homem no mundo é buscar a perfeição. Tudo que fazemos no planeta Terra é visando a perfeição, ainda que não percebemos. A busca da perfeição, naturalmente, nos exige uma dose de força moral suficiente para vencermos os problemas, as dificuldades e as tentações que surgem no nosso caminho. Há que se seguir um roteiro seguro que traga sucesso em nossa empreitada. Se não conseguirmos resultados agora, não há motivos para desânimo, pois novas oportunidades surgem, outras vidas virão, novos encontros surgirão.
Kardec nos falou muito da reforma íntima. E na questão da busca da perfeição o primeiro ponto a definir é a renovação interior, começando pelos nossos pensamentos e nossos corações.
Temos que deixar de lado sentimentos que nos trazem a felicidade aparente, mas que iludem nossos sentidos, anestesiam nosso raciocínio. É necessário elevar o pensamento ao alto pedindo forças para suportarmos com retidão todas as dificuldades, sem nos entregarmos ao desânimo e à revolta. Precisamos aprender a cultivar um sentimento de piedade pelos que passam por dificuldades, e auxiliarmos sempre que possível.
Não estamos sozinhos no mundo. O homem é um ser social por excelência. Por isso, toda evolução e progresso deve ser sempre em contato com todos que dividem este espaço conosco. É ilusão achar que isolando-nos a uma vida mística, de contemplação, de culto exclusivamente a Deus irá nos tornar melhores.
É com ajuda uns dos outros que conseguiremos forças para melhorar. Além do mais, o contato com a sociedade nos permite excelentes condições de corrigirmos nossos erros do passado, e que exigem o nosso esforço. Jesus nos falou que não subiremos ao Reino dos Céus enquanto não quitarmos o último ceitil.
Porém, o mérito é conviver em sociedade sacrificando os desejos desnecessários, no intuito de se melhorar, melhorando os que conosco convivem. É orar e vigiar sempre.
Desta forma, conseguiremos manter a alegria e a jovialidade naturais, que nos abrem o caminho para o cultivo de bons relacionamentos. E se nossos companheiros não quiserem nos seguir neste momento, não há motivos para tristeza. Para cada um, o momento chega em períodos diferentes. Por isso, não é necessário forçar os outros a pensar e agir como nós. O respeito é fundamental para uma boa convivência social.
Agindo desta forma, sob esta diretriz, percebemos que não precisamos nos manter exageradamente sérios, renunciando a tudo. Podemos e devemos nos distrair, aproveitar os prazeres que a vida nos dá para relaxarmos e aliviarmos as pressões. Porém, sempre de forma saudável. O grande problema do mundo hoje é pensar que precisamos abrir mão do bom senso para conseguir diversão.
Nas festas sociais e populares, a fim de conseguir alegria e satisfação, abrimos as portas do nosso espírito a todo tipo de vícios, que irão nos atrasar o caminho, pois a satisfação que estas sensações trazem são fugazes como o tempo. São oportunidades perdidas, que deverão ser revisitadas, até que possamos supera-las.
Por isso, a orientação de Jesus: “Orai e vigiai”.
Elevar o pensamento para agradecer o que já conseguimos. E lembrar que em tudo há a presença de Deus.
É necessário também ajudar os irmãos que tem mais dificuldades do que nós, e os que ficam para trás. O mundo é uma embarcação em que entramos de mãos dadas, e temos que sair da mesma forma. O isolamento nos afasta deste propósito e nos leva ao egoísmo.
É preciso, por fim, cuidar do nosso corpo e do nosso espírito. O corpo é propriedade de Deus, que nos foi dado por empréstimo para podermos cumprir nossa missão na Terra, que é melhorar o espírito. Lembrando, buscar a perfeição.
A tarefa é grande, e o trabalho é árduo. Mas se nos propomos a construir um mundo melhor, deixando nossa marca na senda do progresso, o peso da carga se dilui, pois teremos uma caravana de Espíritos encarnados e desencarnados que nos ajudarão.
E quando o desânimo surgir, lembremos de Jesus, que era perfeito e puro, e mesmo assim sofreu, não para nos salvar, mas para mostrar o caminho da salvação, da perfeição. O exemplo de Jesus é suficiente para nos dar forças, e a lembrança de que suas palavras são a melhor obra de auto-ajuda que já existiu. Amélia Rodrigues lembra que hoje a convulsão do mundo prossegue, porque Jesus continua esquecido.
Hoje, a missão do homem no mundo é resgatar a imagem de Jesus, evangelizando-se, e fazendo o bem sempre.
por Fernando Luiz Petrosky
PSICOGRAFIA NA CASA ESPÍRITA JOÃO GHIGNONE
No próximo domingo, dia 22/11/2009, a partir das 08:00 horas, haverá um trabalho de psicografia com o médium Orlando Noronha Carneiro, na Casa Espírita João Ghignone, em Campo Largo.
A psicografia é o modo como os espíritos se comunicam conosco através da escrita. Este trabalho, longe de intentar o sensacionalismo ou exibição pública, tem a intenção de trazer um pouco de alívio e esperança para aqueles que perderam um ente querido e ainda não aceitaram a situação, por não conhecerem os postulados da Doutrina Espírita, consoladora por natureza.
Também não há garantia de que todos receberão mensagens, pois não há como saber a condição em que o espírito familiar está.
Independente de se obter ou não a mensagem, é um momento de muita emoção e carinho.
A Casa Espírita João Ghignone fica na Travessa Emingo Angelo, 390 - Centro - Campo Largo/PR
Maiores informações: casaespiritajoaoghignone@hotmail.com
sábado, 14 de novembro de 2009
UMA ESPERANÇA
Quando as coisas vão erradas e o momento é de crise, não pense que todos os seus esforços têm sido em vão, segue.
Talvez tudo tenha sido para melhor. Sorria ...
E experimente outra vez!
Pode ser que o seu aparente esforço venha a ser a porta mágica que o conduzirá para uma nova felicidade, que você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não se considere vencido.
Isso não quer dizer derrota.
Não vale a pena gastar seu precioso tempo em lágrimas e lamentos.
LEVANTE-SE
E enfrente a vida outra vez.
E, se você guardar em mente a alto objetivo de suas aspirações, os seus sonhos se realizarão.
Tire proveito dos seus erros.
Colha experiências das suas dores.
E, então, um dia você dirá:
"... GRAÇAS A DEUS EU OUSEI EXPERIMENTAR OUTRA VEZ, E REENCONTREI A PAZ, O AMOR E A FELICIDADE ..."
Autoria Desconhecida
Talvez tudo tenha sido para melhor. Sorria ...
E experimente outra vez!
Pode ser que o seu aparente esforço venha a ser a porta mágica que o conduzirá para uma nova felicidade, que você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não se considere vencido.
Isso não quer dizer derrota.
Não vale a pena gastar seu precioso tempo em lágrimas e lamentos.
LEVANTE-SE
E enfrente a vida outra vez.
E, se você guardar em mente a alto objetivo de suas aspirações, os seus sonhos se realizarão.
Tire proveito dos seus erros.
Colha experiências das suas dores.
E, então, um dia você dirá:
"... GRAÇAS A DEUS EU OUSEI EXPERIMENTAR OUTRA VEZ, E REENCONTREI A PAZ, O AMOR E A FELICIDADE ..."
Autoria Desconhecida
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
REFLEXÃO DO DIA
Apoia-te ao bastão da certeza reencarnacionista, aproveita o padecimento ultriz, ajuda os verdugos da tua harmonia, mas dá-lhes a luz do conhecimento espírita para que, também eles, os problemas em si mesmos, elucidem os próprios enigmas e dramas, rumando para experiências novas com o coração afervorado e o espírito tranquilo.
Joanna de Ângelis
Joanna de Ângelis
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
REFLEXÃO DO DIA
1 - Não te encolerizes.
O punhal da nossa ira alcança-nos a própria saúde, impondo-nos o vírus da enfermidade.
2 - Não critiques.
A lâmina de nossa reprovação volta-se, invariavelmente, contra nós, expondo-nos as próprias deficiências.
3 - Não comentes o mal do próximo.
O lodo da maledicência derramar-se-á sobre os nossos passos, enodoando-nos o caminho.
4 - Não apedrejes.
Os calhaus da nossa violência de hoje tomarão amanhã, por alvo, a nossa própria cabeça.
5 - Não desesperes.
O raio de nossa inconformação aniquilará a sementeira de nossos melhores sonhos.
6 - Não perturbes.
O ruído de nossa dissensão desorientar-nos-á o próprio raciocínio.
7 - Não escarneças.
O fel de nosso sarcasmo azedará o vinho da alegria no vaso de nosso coração, envenenando-nos a existência.
8 - Não escravizes.
As algemas do nosso egoísmo aprisionar-nos-ão no cárcere da loucura.
9 - Não odeies.
A labareda de nosso ódio incendiar-nos-á o próprio destino.
André Luiz
O punhal da nossa ira alcança-nos a própria saúde, impondo-nos o vírus da enfermidade.
2 - Não critiques.
A lâmina de nossa reprovação volta-se, invariavelmente, contra nós, expondo-nos as próprias deficiências.
3 - Não comentes o mal do próximo.
O lodo da maledicência derramar-se-á sobre os nossos passos, enodoando-nos o caminho.
4 - Não apedrejes.
Os calhaus da nossa violência de hoje tomarão amanhã, por alvo, a nossa própria cabeça.
5 - Não desesperes.
O raio de nossa inconformação aniquilará a sementeira de nossos melhores sonhos.
6 - Não perturbes.
O ruído de nossa dissensão desorientar-nos-á o próprio raciocínio.
7 - Não escarneças.
O fel de nosso sarcasmo azedará o vinho da alegria no vaso de nosso coração, envenenando-nos a existência.
8 - Não escravizes.
As algemas do nosso egoísmo aprisionar-nos-ão no cárcere da loucura.
9 - Não odeies.
A labareda de nosso ódio incendiar-nos-á o próprio destino.
André Luiz
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
REFLEXÃO DO DIA
Quem se afervora à batalha de sublimação, perdoa e esquece ofensas, males, dores e sombras, para pensar somente no “Reino dos Céus” e, como por encanto, guardando a paz consigo, constata que tudo o mais já se encontra acrescido no próprio coração, sem necessidade de mais nada.
Joanna de Ângelis
Joanna de Ângelis
domingo, 8 de novembro de 2009
REFLITA
Não se deprecie.
Não diga que você não merece a bênção de Deus.
Atendamos à realidade.
Se a Divina Providência não confiasse em você, não teria você em mãos tarefas importantes quanto estas:
uma criatura querida a proteger;
alguém a instruir;
uma casa a sustentar;
um doente para assistir;
uma profissão a exercer;
esse ou aquele encargo, mesmo dos mais simples;
algum ensinamento a compor;
essa ou aquela atividade de auxílio aos semelhantes;
algum trato de terra a cultivar;
determinada máquina para conduzir.
Se a sabedoria da Vida nada esperasse de você não lhe teria dado tantos recursos, quais sejam:
a inteligência lúcida que auxilia a discernir o certo do errado;
a noção do bem e do mal;
as janelas dos cinco sentidos;
a capacidade mental cujas manifestações você pode aprimorar ao infinito, empregando o esforço próprio;
a visão do corpo e da alma com que você realiza prodígios de observação e de análise;
a palavra, que você é capaz de educar, e com a qual você encontra as maiores possibilidades de renovar o próprio destino;
a audição com que recolhe mensagens de todos os setores da existência tão só pelo registro de sons diferentes;
as mãos que lhe complementam os braços, expressando-se por antenas hábeis de serviço;
as faculdades genésicas que, iluminadas pelo amor e dirigidas pelo senso de responsabilidade, lhe conferem poderes incomparáveis de criatividade nos domínios do corpo e do espírito;
os pés que transportam você, atendendo-lhe a vontade.
Se você detêm maiores áreas de ação ou usufrui vantagens mais amplas, no que se reporta aos encargos e benefícios aqui relacionados, então você já obteve significativas promoções nos quadros da vida.
Quanto a imperfeições ou deficiências que ainda nos marquem, convém assinalar que estamos em evolução na Terra, sem sermos espíritos perfeitos
Reflitamos nisso e aceitemo-nos como somos, procurando melhorar-nos e, ao melhorar-nos, estamos construindo o caminho certo para a Espiritualidade Maior.
ANDRÉ LUIZ
Não diga que você não merece a bênção de Deus.
Atendamos à realidade.
Se a Divina Providência não confiasse em você, não teria você em mãos tarefas importantes quanto estas:
uma criatura querida a proteger;
alguém a instruir;
uma casa a sustentar;
um doente para assistir;
uma profissão a exercer;
esse ou aquele encargo, mesmo dos mais simples;
algum ensinamento a compor;
essa ou aquela atividade de auxílio aos semelhantes;
algum trato de terra a cultivar;
determinada máquina para conduzir.
Se a sabedoria da Vida nada esperasse de você não lhe teria dado tantos recursos, quais sejam:
a inteligência lúcida que auxilia a discernir o certo do errado;
a noção do bem e do mal;
as janelas dos cinco sentidos;
a capacidade mental cujas manifestações você pode aprimorar ao infinito, empregando o esforço próprio;
a visão do corpo e da alma com que você realiza prodígios de observação e de análise;
a palavra, que você é capaz de educar, e com a qual você encontra as maiores possibilidades de renovar o próprio destino;
a audição com que recolhe mensagens de todos os setores da existência tão só pelo registro de sons diferentes;
as mãos que lhe complementam os braços, expressando-se por antenas hábeis de serviço;
as faculdades genésicas que, iluminadas pelo amor e dirigidas pelo senso de responsabilidade, lhe conferem poderes incomparáveis de criatividade nos domínios do corpo e do espírito;
os pés que transportam você, atendendo-lhe a vontade.
Se você detêm maiores áreas de ação ou usufrui vantagens mais amplas, no que se reporta aos encargos e benefícios aqui relacionados, então você já obteve significativas promoções nos quadros da vida.
Quanto a imperfeições ou deficiências que ainda nos marquem, convém assinalar que estamos em evolução na Terra, sem sermos espíritos perfeitos
Reflitamos nisso e aceitemo-nos como somos, procurando melhorar-nos e, ao melhorar-nos, estamos construindo o caminho certo para a Espiritualidade Maior.
ANDRÉ LUIZ
sábado, 7 de novembro de 2009
ORAÇÃO
Senhor,no silêncio dessa prece,venho pedir-te, a paz , a sabedoria,a força.
Quero sempre olhar o mundo com os olhos cheios de amor.
Quero se paciente,comprensivo,prudente.
Quero ver alem das aparências,teus filhos ,comoTu mesmo os vê.
E assim Senhor,ver sómente o bem em cada um deles.
Fecha meus ouvidos a todas as calúnias; guarda minha língua de todas as maldades.
Para que só de bênçãos se encha a minha alma.
Que eu seja tão bom e tão alegre,que todos aquelea que se aproximarem de mim sintam a Tua presença.
Reveste-me de Tua beleza,Senhor, e que nodecurso deste dia eu Te revele a todos...
EMMANUEL
Quero sempre olhar o mundo com os olhos cheios de amor.
Quero se paciente,comprensivo,prudente.
Quero ver alem das aparências,teus filhos ,comoTu mesmo os vê.
E assim Senhor,ver sómente o bem em cada um deles.
Fecha meus ouvidos a todas as calúnias; guarda minha língua de todas as maldades.
Para que só de bênçãos se encha a minha alma.
Que eu seja tão bom e tão alegre,que todos aquelea que se aproximarem de mim sintam a Tua presença.
Reveste-me de Tua beleza,Senhor, e que nodecurso deste dia eu Te revele a todos...
EMMANUEL
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
PENSAR
O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso.
A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.
A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente. Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.
Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de idéias, observará que o tempo lhe tratá as realizações esperadas.
As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem quanto ao mal.
Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui e tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia.
Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.
Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.
O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.
Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo que dermos de nós aos outros receberemos dos outros centuplicadamente.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.
A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente. Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.
Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de idéias, observará que o tempo lhe tratá as realizações esperadas.
As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem quanto ao mal.
Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui e tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia.
Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.
Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.
O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.
Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo que dermos de nós aos outros receberemos dos outros centuplicadamente.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
A MORTE É UMA PASSAGEM PARA ONDE?

No dia dois de novembro se comemora o Dia de Finados, ou o Dia dos Mortos. É uma data em que relembramos os amigos e parentes que já se foram, e que deixaram saudades. E a saudade nos faz reviver sentimentos que pensávamos ter esquecido, mas que na verdade estavam mascarados, escondidos atrás de posturas diversas, como indiferença, esquecimento e agitação, que representam, por sua vez, fugas psicológicas para não enfrentarmos o problema real, que é ausência física de quem temos muita afeição.
Mas o dia de finados nos traz muito mais do que sentimentos saudosos. Faz-nos refletir (ou pelo menos deveria fazer) sobre este fato natural, mas que toma feições macabras ou misteriosas para algumas pessoas, e um medo desesperado por parte de outras.
Mesmo para muito de nós, espíritas, que temos conhecimento de muitos fatos acerca da vida espiritual, e que sabemos que a vida continua, a morte ainda é uma incógnita, que pode nos tirar tudo aquilo que amamos. E a pergunta vem, naturalmente: afinal, a morte é uma passagem para onde?
Esta é a pergunta que tentaremos responder através deste estudo.
O que é a morte
“Morrer é somente mudar de estado.” (Joanna de Angelis)
Nenhum de nós foi criado para a imortalidade biológica. Todos os seres vivos, sem exceção, têm seus ciclos naturais bem definidos, ou seja, nasce, cresce e morre. Não há como fugir deste fatalismo inevitável. Isto foi claramente explicado pelos Espíritos, na resposta da pergunta 728 do LE: “É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque o que chamais destruição não é senão uma transformação que tem por objetivo a renovação e melhoramento dos seres vivos.”
Tecnicamente, a morte é a cessação da vida, instante em que todas as células e órgãos do nosso corpo encerram suas atividades, como operários que encerram o expediente de trabalho, parando a fábrica. Porém, como os operários continuam existindo após a parada da fábrica, somos levados a uma conclusão lógica e natural, de que existe algo mais além do trabalho. Assim é a nossa vida biológica. Um dia, todos os nossos órgãos irão se desligar, alguns antes, outros depois, ou todos juntos, dependendo da situação.
O desligamento do nosso espírito ocorre gradualmente, iniciando pelas extremidades, uma vez que o coração, já fraco, não consegue suprir a circulação sanguínea adequadamente. Os técnicos do plano espiritual que nos auxiliam neste processo concentram, pouco a pouco, a energia vital na região do coração, até romper-se definitivamente o laço semi-material que nos liga ao plano físico, quando então partimos para outras paragens.
Este desligamento é mais ou menos rápido, mais ou menos doloroso, de acordo com o tipo de vida que cada ser escolheu para si. Naturalmente, em caso de acidentes ou mortes violentas, este processo se completa após o instante da morte. No livro Quem tem medo da morte?, Richard Simonetti esclarece que morrer é diferente de desencarnar. A morte ocorre quando o coração para de funcionar. Já o desencarne, que é o desligamento em si, pode demorar dias, semanas ou até meses ou anos, dependendo do apego material que cada indivíduo tem pela vida.
Os homens que souberam viver a vida e as oportunidades, sentir-se-ão tranqüilos, mas os que perderam o tempo precioso, em processos diversos de desbaratamento de energias, não sabem o que pode lhes acontecer. E uma aflição naturalmente lhes domina o espírito. Diz Leon Denis que “a hora da separação é cruel para o espírito que só acredita no nada (...) Pacífica, resignada, alegre mesmo, é a morte do justo (...)”.
A morte física chegará a todos, sem distinção. É parte de um processo bem elaborado de evolução, que nos leva sempre para mais próximos de Deus. Portanto, é importante saber que continuaremos existindo do mesmo modo, mas em outro lugar. Desta forma, é inútil a lamentação da perda física, uma vez que após a cessação da vida, o corpo físico se decompõe, retornando à natureza que processa a reciclagem dos componentes orgânicos.
O que a morte representa
Sendo a morte apenas uma passagem, uma mudança de um estado para outro, importa sabermos que a nossa consciência estará intacta quando o processo de desencarne se concluir.
Deixamos o corpo físico, que não nos servirá mais, e gradualmente retornaremos às atividades para as quais temos maior interesse ou afeição. A morte então representa a liberdade do espírito, que livre do fardo material, tem rompidos os elos que o prendiam a uma existência muitas vezes penosa.
É o momento de se fazer o balanço dos atos que praticamos, e confrontarmos com os erros que cometemos. Assim como o instante da morte, esta etapa pode ser mais ou menos longa, mais ou menos dolorosa.
Como diz Leon Denis, “Ele (o espírito) é o seu próprio juiz. Caído o vestuário de carne, a luz penetra-o e sua alma aparece nua, deixando ver o quadro vivo dos seus atos, de suas vontades, de seus desejos.”
Tudo o que fizemos durante a existência volta à nossa recordação, e é justamente esta lembrança que fará feliz ou triste o momento de avaliação, pois as coisas boas que fazemos proporcionam uma agradável sensação, enquanto que as coisas ruins trazem dor e desconforto.
De qualquer maneira, é uma situação passageira, já que a Providência Divina nos fornece sempre novas oportunidades de recomeçar, sem nos deixar vivendo eternamente uma punição que nossa própria consciência delimita.
Muitos de nós nos afligimos neste instante por sabermos que o passado não mais volta. Mas, como dizia Chico Xavier, “embora não possamos fazer um novo final, sempre poderemos escrever um novo começo”.
Visões da Morte
A morte é justamente a oportunidade que temos de fazer um novo começo, renovando o nosso espírito, modificando nosso pensamento e nossos conceitos. A morte em si não faz isto sozinha, mas é uma porta que se abre para isto, desde que saibamos aproveitar.
O Espiritismo é uma doutrina que nos dá uma visão otimista da morte, comparada a outras formas de ver esse processo, e pode nos ajudar e muito nesta passagem.
Jung, um dos maiores estudiosos da psicologia de nossa história, acreditava na morte “como parte do processo de individuação, através do qual cada ser tem de trilhar um caminho para realizar o sentido de sua existência”.
De certa forma, a visão do grande psicólogo vai de encontro à doutrina espírita, que prega o livre-arbítrio , onde cada um escolhe o seu caminho e a forma de encarar a morte, bem como as conseqüências dos atos que realizou em suas vidas passadas.
Mas existem outras formas de ver este processo.
Meister Eckhart diz que “morrer significa deixar de ser tudo o que é transitório; é uma renúncia que se expressa na separação total no silêncio e na tranqüilidade da alma!”.
Já Jean-Yves Leloup estabeleceu quatro visões diferentes do ser humano, que trazem maneiras diferentes de lidar com as questões da morte.
- O homem como matéria: não existe alma ou espírito; próprio de tradições atéias; existe uma negação da morte e tentativa de fugir da dor;
- Visão bidimensional: animado pela alma, ou psique, a alma é imortal, enquanto o corpo é desprezado; o sofrimento e a morte são passageiros;
- Visão tridimensional: onde o homem é formado de corpo, alma e espírito, e a tendência é privilegiar o espírito, em detrimento à afeição (psique) e corporal (somática); a morte é uma ilusão;
- A quarta visão liga corpo, alma e espírito através do pneuma, do sopro que ilumina essa composição; a morte então é a libertação do sofrimento; é uma benção, que permitirá o despertar do ser humano para a verdadeira realidade.
As ciências, através de estudos e pesquisas, estão se aproximando da visão espírita da morte, na medida em que estão abandonando o conceito do nada após o desenlace do espírito, e provas técnicas existem que comprovam estes fatos.
O conhecimento e a aceitação da imortalidade da alma, ou espírito, faz do Espiritismo uma fonte segura a nos infundir esperança em uma vida melhor, apesar dos nossos erros, conseqüência direta da fé raciocinada que traz, pela razão e análise coerente dos fenômenos ligados à morte.
Devido a isto, muitos consideram os espíritas frios no trato com a morte, o que não é verdade. Lembrando Jesus, que diz que “conheceremos a verdade, e ela nos libertará”, podemos dizer que estamos, através do estudo, nos libertando do medo da morte, e abrindo um novo horizonte que aponta para a felicidade, não mais para o sofrimento sem fim, se erramos, ou para a contemplação eterna, se formos impecáveis.
Os extremos são sempre de difícil aceitação, e a Doutrina Espírita procura trazer à luz do equilíbrio esta discussão acerca do assunto. Quanto mais nos dedicarmos ao conhecimento, menos pavor a morte nos provocará, e teremos sempre opções para alterarmos nosso caminho, corrigindo uma rota que estava nos levando aos erros.
“A questão da morte nos coloca diante da profunda insegurança que temos em relação à vida”, afirma Vera Lúcia Franco, em reportagem na Revista Planeta, de outubro de 2002.
Preparando-se para a morte
Segundo Kardec, “para libertar-se do temor da morte, é mister poder encará-la sob o seu verdadeiro ponto de vista, isto é, ter penetrado pelo pensamento no mundo espiritual, fazendo dele uma idéia tão exata quanto possível, o que denota da parte do espírito encarnado um tal ou qual desenvolvimento e aptidão para desprender-se da matéria”.
Ou seja, é necessária uma preparação prévia para a morte, uma vez que não poderemos fugir deste momento fatal. O desapego à vida material, em todos os seus aspectos, é de fundamental importância, uma vez que não poderemos levar nada material para o plano espiritual para onde retornaremos. Mas o que nos acompanha são os valores, os conhecimentos e os sentimentos reais que cultivarmos em vida.
A negação e a fuga escapista através da “curtição desenfreada”, através do pensamento de que “vivemos apenas uma vez” apenas nos traz ainda maiores dores, dificultando o nosso desligamento.
Devemos nos preparar sempre para a nossa passagem, e também para a passagem dos entes queridos, para não aumentarmos ainda mais a nossa dor. E ensinar aos nossos parentes e amigos que a morte não existe, e que não destruirá o sentimento que temos por eles.
Sabemos que a morte e o renascimento em outro corpo aprofundam cada vez mais os verdadeiros laços de amor que nos prende aos queridos familiares.
A educação é a chave que abrirá esta misteriosa porta em que todos nos encontraremos muitas vezes ainda.
A morte é uma passagem para onde?
Concluímos então, sabendo que não temos um lugar definido para onde vamos. Iremos, sim, para onde levar o nosso coração.
Lembremos de Joanna de Angelis, que nos diz: “Mortos estão, em realidade, aqueles que têm fechados os olhos para a vida e jazem, anestesiados na ilusão, deambulando, em hipnose inditosa, entre viciações e engodos”.
Temos sempre, aqui e em outros planos, vida em plenitude, desde que saibamos conduzir esta jornada que Deus nos concede para nosso próprio bem.
Não desperdicemos as oportunidades de aprendizado, que melhoram a nossa vida, a mente e o nosso coração.
Vamos começar, desde já, a desatar os nós que nos prendem ao sofrimento.
Por Fernando Luiz Petrosky
CARIDADE
Chamo-me Caridade - o simples nome
De um coração amigo em senda escura,
A esmolar-te migalha de ternura
Para aqueles que a lágrima consome!
Vê como a sombra aspérrima enclausura
A tristeza, a nudez, a mágoa e a fome!
Sem alívio de bálsamo que o tome,
Corre o pranto mortal da desventura.
Venho por Ele, o Cristo, que te espera,
Rogar-te amparo e amor à alma sincera,
Mesmo se o fel te amargue o peito aflito!
Semeia paz e luz por onde fores,
E encontrarás ao fim das próprias dores,
O roteiro de sóis para o Infinito!...
Auta de Souza
De um coração amigo em senda escura,
A esmolar-te migalha de ternura
Para aqueles que a lágrima consome!
Vê como a sombra aspérrima enclausura
A tristeza, a nudez, a mágoa e a fome!
Sem alívio de bálsamo que o tome,
Corre o pranto mortal da desventura.
Venho por Ele, o Cristo, que te espera,
Rogar-te amparo e amor à alma sincera,
Mesmo se o fel te amargue o peito aflito!
Semeia paz e luz por onde fores,
E encontrarás ao fim das próprias dores,
O roteiro de sóis para o Infinito!...
Auta de Souza
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