Nas origens da nossa vida corpórea, os seres humanos eram marcados pelo primitivismo, que se expressava pela predominância da matéria, conforme explicado pelos Espíritos a Allan Kardec, através do Livro dos Espíritos. Como tal, nossas preocupações eram basicamente limitadas à satisfação das necessidades fisiológicas, como a sede, fome, procriação, e também a luta pela sobrevivência, através da força, da dominação dos seres mais fracos. Era uma época de total inconsciência, em que não existiam dúvidas e questionamentos. Pode-se dizer, em termos relativos, que o homem era feliz. Mas era uma felicidade que se compara à felicidade dos animais, que se contentam com a água, a comida e ao abrigo que lhe é dado. Mas porque não podemos permanecer toda a eternidade na ignorância, a natureza nos impõe a necessidade do progresso.
E ativando lentamente nossas conexões mentais, pudemos criar melhores ferramentas, construir melhores abrigos, se locomover melhor e mais rápido. Infelizmente, também, a construir mais e “melhores” armas.
O objetivo da vida é dar condições ao ser humano de alcançar suas finalidades superiores, conforme os planos do nosso Criador. E Ele nos deu a evolução, para que possamos, um dia, nos reaproximarmos Dele. Mas, como cita Joanna de Angelis: “A saga da evolução é longa e, por vezes, dolorosa.”
Para nos melhorarmos, a vida nos apresenta problemas e desafios, com grau de dificuldade ascendente, onde podemos gradativamente desenvolver todas as potencialidades que germinam em nosso Espírito.
Mas, é a partir deste ponto que as coisas se complicam.
Perdido e desorientado ante o mundo novo que descortinou à sua frente, e faltando ainda a definição de metas reais que o levassem a estados melhores, partiu o homem em uma busca desenfreada de sensações, herança imediata das necessidades fisiológicas do estado anterior, mas que naturalmente não trouxe ainda a paz, a tranqüilidade e a harmonia que se esperava.
Os exageros e as neuroses para reter muito, mostravam uma condição moral deprimente, e caracterizavam as fugas psicológicas que o homem utiliza para escapar à responsabilidade. Da necessidade de procriação para a perpetuação da espécie, passou-se à necessidade de aventuras sexuais variadas, onde o homem demonstra claramente sua condição animal, enxergando na criatura do sexo oposto (e, às vezes, até do mesmo sexo) a presa fácil que precisa ser conquistada. Mas após a satisfação dos prazeres fáceis e egoístas, e não encontrando a felicidade ambicionada, parte logo para novo ataque. E assim vai, um caso após outro, sem nunca lograr contentamento.
Outros se perdem nas viagens alucinantes provocadas pelas drogas e pelo álcool, querendo fugir dos seus problemas, fazendo de conta que eles não existem. Não querendo se comprometer ainda mais com a responsabilidade, eles preferem outros modos de viver, com alegrias fúteis e levianas, que lhe trazem a sensação fugaz de que eles tudo podem. E descontrolados, com os neurônios anestesiados, sem “saber o que fazem”, saem pelas cidades, levando a morte e destruição de outros serem que cruzam seus caminhos, porque não tem condições de discernir os seus atos. São os motoristas que dirigem embriagados, causando acidentes dos mais variados; os drogados que fazem assaltos à população, em busca de recursos que possibilitem continuar a “viagem”, e outros tipos de violência ainda mais grotesca...
Porém, passado o efeito destas substâncias, o ser se depara com ele mesmo e percebe uma nítida sensação de fracasso, porque sente ele que as coisas que fez não lhe trouxeram bons resultados, e comprometeram ainda mais a situação espiritual já precária.
Mas as fugas psicológicas manifestam-se também de outras formas.
A vaidade exagerada, tentando demonstrar à sociedade vigente uma situação de que talvez ainda não tenha, faz com que muitas pessoas corram às lojas, gastando o que tem e o que não tem, para aparecer bem nos eventos em que participa. A opinião alheia é muito importante para ele, e se alguém lhe diz que sua aparência ainda não está adequada, então ele volta às lojas, aos salões, às clínicas de estética, agora com mais sofreguidão, porque ele tem que estar sempre bonito e bem apresentado. Ignoram que a verdadeira beleza está no interior de cada um, e que existe uma enorme diferença entre ter uma vida saudável e uma preocupação neurótica de status.
O estresse que se acumula por tantas preocupações sem fundamento sobrecarrega paulatinamente o nosso espírito. E pouco a pouco vamos sentindo as conseqüências de tudo isso. Após os gozos efêmeros, vem a solidão, a ansiedade, a insegurança em relação às pessoas e situações e, finalmente, a depressão. Não é raro que nesta fase muitos tentem o suicídio. E alguns até conseguem.
É o vazio existencial que não foi preenchido a tempo, e que se transformou em um abismo, um buraco negro de emoções, onde permanecemos perdidos por muito tempo, e do qual saímos somente à custa de muita dor e sofrimento.
Diz Joanna de Angelis: “Este vazio existencial, de certo modo, também se deriva do tédio, da repetição de experiências que não se renovam, da quase indiferença pelas demais criaturas, sugerindo a inutilidade pessoal”.
E continua: “Este vazio, portanto, não significa ausência de significados internos, de valores adormecidos ou ignorados, mas sim, da incapacidade que toma o indivíduo, sugerindo-lhe impossibilidade ou inutilidade de lutar contra a maré das dificuldades, permitindo-se uma resignação indiferente, como mecanismo de autodefesa, que se transforma num grande vácuo interno”.
O grande filósofo Sartre, representante autêntico do existencialismo francês, assim como Albert Camus, disse que “quando se está triste, são os motivos de se alegrar que se tornam tristes. E a gente se alegra tristemente”. Ou seja, quando estamos afundados no vazio existencial, nada nos motiva a mudança de atitude. E até mesmo os fatos que seriam motivos de alegria se anulam, contaminados pela onda negativa em que nos afundamos. O pessimismo torna-se, então, marca registrada daqueles que se vêem acometidos por este verdadeiro caos espiritual.
O existencialismo, corrente filosófica que surgiu na Dinamarca, através do teólogo Sören Kierkegaard, que observou o sofrimento das pessoas contaminadas deste problema, e procurou localizar o problema que gera este comportamento depressivo, identificando que a causa primordial da angústia existencial estava no pavor da morte.
E na ânsia de enganar a morte, o indivíduo procura fugir de si mesmo, caindo no vazio existencial, através dos processos já citados.
Mas, seguindo nosso caminho evolutivo, porque Deus nos fez para a felicidade, deu-nos como ferramenta de melhoria espiritual a autoconsciência.
A autoconsciência, segundo Joanna de Angelis, “amplia os horizontes emocionais e psíquicos do ser, libertando de tudo o que o prende o passado”.
A autoconsciência nos traz, no entanto, uma carga de conflitos, sentimentos de culpa e remorsos, resultante do conhecimento de nossos erros anteriores, e do mal que causamos aos outros. Mas estes sentimentos são valores aflitivos que acompanham a autoconsciência. É o preço que pagamos pela nossa felicidade.
Mas, ao contrário do existencialismo pessimista, os conflitos advindos da autoconsciência nos abrem o caminho, porque mostra que estes conflitos e problemas são empecilhos que fazem parte da nossa proposta de educação. A conseqüência, após o período difícil, é a felicidade.
Dentro deste caminho, a “renovação pessoal pelo otimismo, a auto-estima, o hábito das ideações elevadas, da oração, da meditação, constituem eficientes recursos curativos para o auto-encontro, a paz interior”. (Joanna de Angelis)
A autoconsciência nos mostra o que realmente somos, os defeitos que temos que corrigir e, principalmente, dos nossos limites, desfazendo então o mito do super-homem, defendido por Nietzche, no século XIX.
São dois os caminhos que nos levam à felicidade: o caminho do amor e o caminho da dor. O caminho do amor é o mais curto, e traz mais rapidamente satisfação e alegrias perenes.
Mas, pelos nossos equívocos e erros de interpretação, procuramos sempre o caminho da dor. É o mais longo, no entanto, o que nos enriquece de experiências que ficarão marcadas para sempre em nossa memória.
Por escolhermos o caminho da dor e da dificuldade, a felicidade torna-se mais um desafio existencial a ser vencido. Por isso, ela torna-se difícil de ser alcançada.
“A visão da felicidade é sempre distorcida, levando o indivíduo a considerar que, quando não se encontra feliz, algo não está bem, o que é uma conclusão incorreta”. (Joanna de Angelis)
O que Joanna de Angelis quis dizer é que em nossa busca posicionamos a felicidade incorretamente dentro de um esquema de solução de problemas. Se temos um problema e almejamos a solução, a felicidade é o caminho que percorremos, porque é a oportunidade que estamos aproveitando. No entanto, pela nossa teimosia, colocamos a felicidade no final. E o problema, que na verdade é o ponto de origem, insistimos em localizar no percurso. Assim, se estamos atravessando este caminho difícil, não significa que estamos infelizes. Porque infelizes nos já estávamos. O estágio de sofrimento e prazer é inevitável, porque fazem parte do processo.
Do mesmo modo, a felicidade não se encontra na satisfação dos nossos desejos, porque após a conquista destes desejos, freqüentemente, segue-se um sentimento de insatisfação, e passamos a desejar outra coisa.
É ainda um resquício do nosso vazio existencial, a dar seus últimos suspiros.
No entanto, o ideal de felicidade está muito acima das futilidades materiais, e das conquistas sociais aparentes.
A felicidade está nos resultados reais que conquistamos em nosso espírito. Jesus lembrou a todos que seu reino não era deste mundo, situando a satisfação verdadeira no campo espiritual, e não no estado corporal.
Mas não precisamos, por conta disto, vivermos tristes e presos ao sofrimento.
Precisamos entender que a felicidade pode ser deste mundo sim, desde que passamos efetivamente dosar tudo o que acontece à nossa volta.
“A felicidade é uma forma de viver”, diz mais uma vez Joanna de Angelis.
Que possamos viver conscientes dos nossos erros e imperfeições, mas trabalhando para sanar estas questões, sem entregar-se ao desânimo.
Somente desta forma poderemos atender ao enunciado de Joanna de Angelis, e ao chamamento constante de Jesus.
E ativando lentamente nossas conexões mentais, pudemos criar melhores ferramentas, construir melhores abrigos, se locomover melhor e mais rápido. Infelizmente, também, a construir mais e “melhores” armas.
O objetivo da vida é dar condições ao ser humano de alcançar suas finalidades superiores, conforme os planos do nosso Criador. E Ele nos deu a evolução, para que possamos, um dia, nos reaproximarmos Dele. Mas, como cita Joanna de Angelis: “A saga da evolução é longa e, por vezes, dolorosa.”
Para nos melhorarmos, a vida nos apresenta problemas e desafios, com grau de dificuldade ascendente, onde podemos gradativamente desenvolver todas as potencialidades que germinam em nosso Espírito.
Mas, é a partir deste ponto que as coisas se complicam.
Perdido e desorientado ante o mundo novo que descortinou à sua frente, e faltando ainda a definição de metas reais que o levassem a estados melhores, partiu o homem em uma busca desenfreada de sensações, herança imediata das necessidades fisiológicas do estado anterior, mas que naturalmente não trouxe ainda a paz, a tranqüilidade e a harmonia que se esperava.
Os exageros e as neuroses para reter muito, mostravam uma condição moral deprimente, e caracterizavam as fugas psicológicas que o homem utiliza para escapar à responsabilidade. Da necessidade de procriação para a perpetuação da espécie, passou-se à necessidade de aventuras sexuais variadas, onde o homem demonstra claramente sua condição animal, enxergando na criatura do sexo oposto (e, às vezes, até do mesmo sexo) a presa fácil que precisa ser conquistada. Mas após a satisfação dos prazeres fáceis e egoístas, e não encontrando a felicidade ambicionada, parte logo para novo ataque. E assim vai, um caso após outro, sem nunca lograr contentamento.
Outros se perdem nas viagens alucinantes provocadas pelas drogas e pelo álcool, querendo fugir dos seus problemas, fazendo de conta que eles não existem. Não querendo se comprometer ainda mais com a responsabilidade, eles preferem outros modos de viver, com alegrias fúteis e levianas, que lhe trazem a sensação fugaz de que eles tudo podem. E descontrolados, com os neurônios anestesiados, sem “saber o que fazem”, saem pelas cidades, levando a morte e destruição de outros serem que cruzam seus caminhos, porque não tem condições de discernir os seus atos. São os motoristas que dirigem embriagados, causando acidentes dos mais variados; os drogados que fazem assaltos à população, em busca de recursos que possibilitem continuar a “viagem”, e outros tipos de violência ainda mais grotesca...
Porém, passado o efeito destas substâncias, o ser se depara com ele mesmo e percebe uma nítida sensação de fracasso, porque sente ele que as coisas que fez não lhe trouxeram bons resultados, e comprometeram ainda mais a situação espiritual já precária.
Mas as fugas psicológicas manifestam-se também de outras formas.
A vaidade exagerada, tentando demonstrar à sociedade vigente uma situação de que talvez ainda não tenha, faz com que muitas pessoas corram às lojas, gastando o que tem e o que não tem, para aparecer bem nos eventos em que participa. A opinião alheia é muito importante para ele, e se alguém lhe diz que sua aparência ainda não está adequada, então ele volta às lojas, aos salões, às clínicas de estética, agora com mais sofreguidão, porque ele tem que estar sempre bonito e bem apresentado. Ignoram que a verdadeira beleza está no interior de cada um, e que existe uma enorme diferença entre ter uma vida saudável e uma preocupação neurótica de status.
O estresse que se acumula por tantas preocupações sem fundamento sobrecarrega paulatinamente o nosso espírito. E pouco a pouco vamos sentindo as conseqüências de tudo isso. Após os gozos efêmeros, vem a solidão, a ansiedade, a insegurança em relação às pessoas e situações e, finalmente, a depressão. Não é raro que nesta fase muitos tentem o suicídio. E alguns até conseguem.
É o vazio existencial que não foi preenchido a tempo, e que se transformou em um abismo, um buraco negro de emoções, onde permanecemos perdidos por muito tempo, e do qual saímos somente à custa de muita dor e sofrimento.
Diz Joanna de Angelis: “Este vazio existencial, de certo modo, também se deriva do tédio, da repetição de experiências que não se renovam, da quase indiferença pelas demais criaturas, sugerindo a inutilidade pessoal”.
E continua: “Este vazio, portanto, não significa ausência de significados internos, de valores adormecidos ou ignorados, mas sim, da incapacidade que toma o indivíduo, sugerindo-lhe impossibilidade ou inutilidade de lutar contra a maré das dificuldades, permitindo-se uma resignação indiferente, como mecanismo de autodefesa, que se transforma num grande vácuo interno”.
O grande filósofo Sartre, representante autêntico do existencialismo francês, assim como Albert Camus, disse que “quando se está triste, são os motivos de se alegrar que se tornam tristes. E a gente se alegra tristemente”. Ou seja, quando estamos afundados no vazio existencial, nada nos motiva a mudança de atitude. E até mesmo os fatos que seriam motivos de alegria se anulam, contaminados pela onda negativa em que nos afundamos. O pessimismo torna-se, então, marca registrada daqueles que se vêem acometidos por este verdadeiro caos espiritual.
O existencialismo, corrente filosófica que surgiu na Dinamarca, através do teólogo Sören Kierkegaard, que observou o sofrimento das pessoas contaminadas deste problema, e procurou localizar o problema que gera este comportamento depressivo, identificando que a causa primordial da angústia existencial estava no pavor da morte.
E na ânsia de enganar a morte, o indivíduo procura fugir de si mesmo, caindo no vazio existencial, através dos processos já citados.
Mas, seguindo nosso caminho evolutivo, porque Deus nos fez para a felicidade, deu-nos como ferramenta de melhoria espiritual a autoconsciência.
A autoconsciência, segundo Joanna de Angelis, “amplia os horizontes emocionais e psíquicos do ser, libertando de tudo o que o prende o passado”.
A autoconsciência nos traz, no entanto, uma carga de conflitos, sentimentos de culpa e remorsos, resultante do conhecimento de nossos erros anteriores, e do mal que causamos aos outros. Mas estes sentimentos são valores aflitivos que acompanham a autoconsciência. É o preço que pagamos pela nossa felicidade.
Mas, ao contrário do existencialismo pessimista, os conflitos advindos da autoconsciência nos abrem o caminho, porque mostra que estes conflitos e problemas são empecilhos que fazem parte da nossa proposta de educação. A conseqüência, após o período difícil, é a felicidade.
Dentro deste caminho, a “renovação pessoal pelo otimismo, a auto-estima, o hábito das ideações elevadas, da oração, da meditação, constituem eficientes recursos curativos para o auto-encontro, a paz interior”. (Joanna de Angelis)
A autoconsciência nos mostra o que realmente somos, os defeitos que temos que corrigir e, principalmente, dos nossos limites, desfazendo então o mito do super-homem, defendido por Nietzche, no século XIX.
São dois os caminhos que nos levam à felicidade: o caminho do amor e o caminho da dor. O caminho do amor é o mais curto, e traz mais rapidamente satisfação e alegrias perenes.
Mas, pelos nossos equívocos e erros de interpretação, procuramos sempre o caminho da dor. É o mais longo, no entanto, o que nos enriquece de experiências que ficarão marcadas para sempre em nossa memória.
Por escolhermos o caminho da dor e da dificuldade, a felicidade torna-se mais um desafio existencial a ser vencido. Por isso, ela torna-se difícil de ser alcançada.
“A visão da felicidade é sempre distorcida, levando o indivíduo a considerar que, quando não se encontra feliz, algo não está bem, o que é uma conclusão incorreta”. (Joanna de Angelis)
O que Joanna de Angelis quis dizer é que em nossa busca posicionamos a felicidade incorretamente dentro de um esquema de solução de problemas. Se temos um problema e almejamos a solução, a felicidade é o caminho que percorremos, porque é a oportunidade que estamos aproveitando. No entanto, pela nossa teimosia, colocamos a felicidade no final. E o problema, que na verdade é o ponto de origem, insistimos em localizar no percurso. Assim, se estamos atravessando este caminho difícil, não significa que estamos infelizes. Porque infelizes nos já estávamos. O estágio de sofrimento e prazer é inevitável, porque fazem parte do processo.
Do mesmo modo, a felicidade não se encontra na satisfação dos nossos desejos, porque após a conquista destes desejos, freqüentemente, segue-se um sentimento de insatisfação, e passamos a desejar outra coisa.
É ainda um resquício do nosso vazio existencial, a dar seus últimos suspiros.
No entanto, o ideal de felicidade está muito acima das futilidades materiais, e das conquistas sociais aparentes.
A felicidade está nos resultados reais que conquistamos em nosso espírito. Jesus lembrou a todos que seu reino não era deste mundo, situando a satisfação verdadeira no campo espiritual, e não no estado corporal.
Mas não precisamos, por conta disto, vivermos tristes e presos ao sofrimento.
Precisamos entender que a felicidade pode ser deste mundo sim, desde que passamos efetivamente dosar tudo o que acontece à nossa volta.
“A felicidade é uma forma de viver”, diz mais uma vez Joanna de Angelis.
Que possamos viver conscientes dos nossos erros e imperfeições, mas trabalhando para sanar estas questões, sem entregar-se ao desânimo.
Somente desta forma poderemos atender ao enunciado de Joanna de Angelis, e ao chamamento constante de Jesus.
Por Fernando Luiz Petrosky
Um comentário:
Prezados Confrades,
Bastante interessante a postagem e pretendemos aprofundar as reflexões para apresentar o tema VAZIO EXISTENCIAL.
Saudações!
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