Se caíste em serviço,
Levanta-te e caminha.
Por nada te envergonhes
Começar outra vez...
Nem te humilhe rogar
Auxílio a um companheiro.
Ainda moras na Terra,
Não no País dos Anjos.
Toma a charrua e lavra
O solo que te espera.
De novo, planta o bem;
Deus te protegerá.
Emmanuel
Do livro: O Essencial
domingo, 27 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
NATAL DO CORAÇÃO
Abençoadas sejam as mãos que, em memória de Jesus, espalham no Natal a prata e o ouro, diminuindo a miséria e a necessidade, a fome e a nudez!...
Entretanto, se não forem iluminadas pelo amor que ajuda sempre, esses flagelos voltarão amanhã, como erva daninha que espreita a ausência do lavrador.
Não retenhas, assim, a riqueza do coração que podes dar, tanto quanto maior potentado da Terra!
Deixa que a manjedoura de tua alma se abra, feliz, ao Soberano Celeste, para que a luz te banhe a vida.
Com Ele, estenderás o coração onde estiveres, seja para trocar um pensamento compassivo com a palavra escura e áspera ou para adubar uma semente de esperança, onde a aflição mantém o deserto! Com Ele, inflamarás de júbilo os olhos de algum menino triste e desamparado, e uma simples criança, arrebatada hoje ao vendaval, pode amanhã ser o consolo da multidão... Com Ele, podes oferecer a bênção da tolerância aos que trabalham contigo transformando o altar de teu coração em altar de Deus!...
Que tesouro terrestre pagará o gesto de compreensão no caminho empedrado, o sorriso luminoso da bondade mo espinheiro da sombra e a oração do carinho e do entendimento no instante da morte?
Natal no espírito é a comunhão com Ele próprio.
Ainda que te encontres em plena solidão na manjedoura do infortúnio, sai de ti mesmo e reparte com alguém o dom inefável de tua fé.
Lembra-te de que Ele, em brilhando na manjedoura, tinha consigo apenas o amor a desfazer-se em humildade e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia...
Mas, usando tão-somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre.
Meimei
Entretanto, se não forem iluminadas pelo amor que ajuda sempre, esses flagelos voltarão amanhã, como erva daninha que espreita a ausência do lavrador.
Não retenhas, assim, a riqueza do coração que podes dar, tanto quanto maior potentado da Terra!
Deixa que a manjedoura de tua alma se abra, feliz, ao Soberano Celeste, para que a luz te banhe a vida.
Com Ele, estenderás o coração onde estiveres, seja para trocar um pensamento compassivo com a palavra escura e áspera ou para adubar uma semente de esperança, onde a aflição mantém o deserto! Com Ele, inflamarás de júbilo os olhos de algum menino triste e desamparado, e uma simples criança, arrebatada hoje ao vendaval, pode amanhã ser o consolo da multidão... Com Ele, podes oferecer a bênção da tolerância aos que trabalham contigo transformando o altar de teu coração em altar de Deus!...
Que tesouro terrestre pagará o gesto de compreensão no caminho empedrado, o sorriso luminoso da bondade mo espinheiro da sombra e a oração do carinho e do entendimento no instante da morte?
Natal no espírito é a comunhão com Ele próprio.
Ainda que te encontres em plena solidão na manjedoura do infortúnio, sai de ti mesmo e reparte com alguém o dom inefável de tua fé.
Lembra-te de que Ele, em brilhando na manjedoura, tinha consigo apenas o amor a desfazer-se em humildade e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia...
Mas, usando tão-somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre.
Meimei
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
IDÉIAS PARA HOJE
Ninguém foge aos princípios de causa e efeito, mas ninguém está privado da liberdade de renovar o próprio caminho, renovando a si mesmo.
Cada um de nós onde se encontra agora permanece em meio da colheita daquilo que plantou, com a possibilidade de efetuar novas sementeiras.
Em nossas próprias tendências de hoje será possível entrar no conhecimento do que fazíamos ontem.
Achamo-nos todos presentemente no lugar certo, com as criaturas certas e com as obrigações exatas, a fim de realizarmos o melhor ao nosso alcance.
Dizem os sábios que Deus dá o frio, conforme o cobertor, para que o homem saiba dar o cobertor, conforme o frio.
André Luiz
Do livro: Endereços da Paz
Cada um de nós onde se encontra agora permanece em meio da colheita daquilo que plantou, com a possibilidade de efetuar novas sementeiras.
Em nossas próprias tendências de hoje será possível entrar no conhecimento do que fazíamos ontem.
Achamo-nos todos presentemente no lugar certo, com as criaturas certas e com as obrigações exatas, a fim de realizarmos o melhor ao nosso alcance.
Dizem os sábios que Deus dá o frio, conforme o cobertor, para que o homem saiba dar o cobertor, conforme o frio.
André Luiz
Do livro: Endereços da Paz
domingo, 13 de dezembro de 2009
PROBLEMAS E DIFICULDADES
Não admita possa alguém construir algo de bom sem dificuldade.
Pense nos problemas que uma simples semente deve encontrar a fim de germinar para servir.
Indique uma pessoa capaz de se manter na onda do êxito sem sofrer os obstáculos.
Muitas vezes, é na prestação de algum serviço incômodo que você vai achar os melhores ingredientes para a solução de seus problemas.
Não ore por vida fácil.
Roguemos a Deus ombros fortes, não só para carregar o bendito fardo das obrigações que nos competem, como também para sermos mais úteis.
Cada coração pode ser um manancial de bênçãos.
André Luiz
Do Livro: Endereços da Paz
Pense nos problemas que uma simples semente deve encontrar a fim de germinar para servir.
Indique uma pessoa capaz de se manter na onda do êxito sem sofrer os obstáculos.
Muitas vezes, é na prestação de algum serviço incômodo que você vai achar os melhores ingredientes para a solução de seus problemas.
Não ore por vida fácil.
Roguemos a Deus ombros fortes, não só para carregar o bendito fardo das obrigações que nos competem, como também para sermos mais úteis.
Cada coração pode ser um manancial de bênçãos.
André Luiz
Do Livro: Endereços da Paz
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
PRECEITOS

Imagem: Google Imagens
Agora é o seu mais belo momento de realizar o bem.
Ontem passou e amanhã está por vir.
Qualquer encontro é uma grande oportunidade.
Pense nas sementes minúsculas de que a floresta nasceu.
Não deixe de falar, mas aprenda a ouvir.
Quem sabe escutar pacientemente, encontra pistas notáveis para o êxito no serviço que abraçou.
Fuja de cultivar conversações menos dignas.
Não dê tempo às lamentações.
Meia hora de trabalho, no auxílio ao próximo, muitas vezes consegue alterar profundamente os nossos destinos.
Não mostre o rosto triste.
Muita gente precisa de sua alegria para levar alegria aos outros.
Não menospreze quem bate à porta, conquanto nem sempre esteja você disponível.
Em muitas ocasiões, aquele que aparentemente incomoda é o portador de grande auxílio.
A ninguém considere inútil ou fraco.
Um palácio, comumente, é construção enorme; no entanto, nem sempre oferece agasalho ou acesso, sem a colaboração de uma chave.
Não persista em obstinações, reações ou discussões desnecessárias.
Em muitos casos, um simples prego, atacando uma roda, pode retardar a viagem num carro perfeito.
Auxilie a todas as criaturas que lhe partilham o clima individual.
Ainda mesmo na doença mais grave ou na penúria mais avançada, você pode prestar um grande serviço ao próximo:
Você pode sorrir e espalhar um pouco do amor de DEUS que existe em todos nós.
Emmanuel
domingo, 6 de dezembro de 2009
ANTE OFENSAS
Não dês guarida a ofensas, nem te faças igual ao ofensor.
Se alguém te perturba e revidas, és semelhante a ele.
Se te ferem e não revidas, estás melhor situado do que ele.
Se te ofendem e perdoas, esquecendo a ofensa, enquanto aquele cai, levantas-te e marchas, situando-te em clima de paz superior ao dele.
Se, todavia, após perdoares e esqueceres, resolveres ajudar o teu ofensor, terás logrado a plenitude do que almejas, desde que ele, embora sem o saber, é instrumento da vida para admoestar-te no instante necessário, acusando-te de erros cometidos, ou que poderias, ou poderás cometer, colocando-te em alerta, contra ti mesmo, em considerando que os adversários mais severos estão sempre no homem, em forma de inferioridade e paixões, e não fora dele como se supõe.
Ninguém mais atacado, desdenhado, ofendido, escarnecido do que Jesus... Entretanto, sem débito de qualquer natureza, permaneceu impertérrito ante os perseguidores gratuitos, testemunhando que os legítimos valores são as qualidades íntimas e que a realeza verdadeira é inerente àquele que superou óbices e problemas, planando em harmonia íntima, acima de quaisquer circunstâncias.
O diamante na lama não deixa de manter o valor que lhe é próprio. E a estrela que reflete no lodo mantém o mesmo brilho que possui, quando rutilando na placidez da água cristalina.
Não te agastes, portanto, com as ofensas que te cheguem.
Se permaneceres íntegro, não te atingirão, porquanto és o que vitalizes e não o resultado das impressões e agressões naturais do roteiro de sublimação.
Segue adiante, haja o que houver, considerado ou não, certo de que todo ofendido de hoje resgata as ofensas que ontem praticou.
Bem-aventurado, pois, quando ofendido e perseguido, porque o reino dos céus te alcançará em breve o espírito!
Joanna de Ângelis
Do Livro: Celeiro de Bênçãos
Se alguém te perturba e revidas, és semelhante a ele.
Se te ferem e não revidas, estás melhor situado do que ele.
Se te ofendem e perdoas, esquecendo a ofensa, enquanto aquele cai, levantas-te e marchas, situando-te em clima de paz superior ao dele.
Se, todavia, após perdoares e esqueceres, resolveres ajudar o teu ofensor, terás logrado a plenitude do que almejas, desde que ele, embora sem o saber, é instrumento da vida para admoestar-te no instante necessário, acusando-te de erros cometidos, ou que poderias, ou poderás cometer, colocando-te em alerta, contra ti mesmo, em considerando que os adversários mais severos estão sempre no homem, em forma de inferioridade e paixões, e não fora dele como se supõe.
Ninguém mais atacado, desdenhado, ofendido, escarnecido do que Jesus... Entretanto, sem débito de qualquer natureza, permaneceu impertérrito ante os perseguidores gratuitos, testemunhando que os legítimos valores são as qualidades íntimas e que a realeza verdadeira é inerente àquele que superou óbices e problemas, planando em harmonia íntima, acima de quaisquer circunstâncias.
O diamante na lama não deixa de manter o valor que lhe é próprio. E a estrela que reflete no lodo mantém o mesmo brilho que possui, quando rutilando na placidez da água cristalina.
Não te agastes, portanto, com as ofensas que te cheguem.
Se permaneceres íntegro, não te atingirão, porquanto és o que vitalizes e não o resultado das impressões e agressões naturais do roteiro de sublimação.
Segue adiante, haja o que houver, considerado ou não, certo de que todo ofendido de hoje resgata as ofensas que ontem praticou.
Bem-aventurado, pois, quando ofendido e perseguido, porque o reino dos céus te alcançará em breve o espírito!
Joanna de Ângelis
Do Livro: Celeiro de Bênçãos
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
TEORIA E PRÁTICA
O conhecimento liberta da ignorância. Todavia, somente a sua aplicação liberta do sofrimento.
Há uma expressiva diferença entre a teoria e a prática, em todos os segmentos da humanidade.
A teoria ensina. Porém, a prática afere-lhe o valor.
Não basta saber. É imprescindível utilizar o que se conhece.
O conhecimento, em verdade, amplia os horizontes do entendimento.
Não obstante, a sua aplicação alarga as paisagens da vida.
A mente conhecedora deve movimentar as mãos no uso desses valiosos recursos.
O conhecimento de importância é aquele que pode mover essas conquistas em favor do bem do seu possuidor, assim como do meio social onde este se encontra.
Nula é a informação que não produz bênçãos, nem multiplica as disposições da pessoa para a ação útil.
Conhecendo saberás que a tua renúncia auxilia a comunidade, sem que esperes a abnegação dos outros a teu benefício.
O conhecimento superior estimula à imediata atividade.
Acumular informações sem finalidade prática, transforma-se em erudição egoísta que trabalha em benefício da presunção.
Tens a obrigação de conhecer para viver. Simultaneamente, deves viver praticando os salutares esclarecimentos que armazenas, contribuindo para uma existência realizadora, humana e feliz.
Quando leias, exercita a praticidade do contributo cultural que assimilas.
O tempo urge, e as oportunidades de aplicação constituem tuas chances de progresso como de paz.
****
Conta-se que célebre monge budista, estudando algumas suras, descobriu que se não devia utilizar a pele de animais para conforto pessoal.
De imediato, levantou-se do catre e dali retirou o couro de um urso que lhe servia de apoio macio sobre as ripas da enxerga áspera.
Prosseguindo a leitura, porém, encontrou assinalado que, no entanto, se poderia usar a pele dos animais, quando se estivesse enfermo, esquálido ou envelhecido, a fim de ter diminuídas as penas e dores.
Ato contínuo, tomou da mesma com respeito, colocou-a no lugar de onde a retirara, sentou-se sobre ela e continuou a ler...
Conhecimento que não transforma em utilidade, pode ser qual "sepulcro caiado por fora", ocultando vérmina e morte por dentro, responsável pelo bafio do orgulho e da ostentação.
Joanna de Angelis
Do livro: Momentos de Felicidade
Há uma expressiva diferença entre a teoria e a prática, em todos os segmentos da humanidade.
A teoria ensina. Porém, a prática afere-lhe o valor.
Não basta saber. É imprescindível utilizar o que se conhece.
O conhecimento, em verdade, amplia os horizontes do entendimento.
Não obstante, a sua aplicação alarga as paisagens da vida.
A mente conhecedora deve movimentar as mãos no uso desses valiosos recursos.
O conhecimento de importância é aquele que pode mover essas conquistas em favor do bem do seu possuidor, assim como do meio social onde este se encontra.
Nula é a informação que não produz bênçãos, nem multiplica as disposições da pessoa para a ação útil.
Conhecendo saberás que a tua renúncia auxilia a comunidade, sem que esperes a abnegação dos outros a teu benefício.
O conhecimento superior estimula à imediata atividade.
Acumular informações sem finalidade prática, transforma-se em erudição egoísta que trabalha em benefício da presunção.
Tens a obrigação de conhecer para viver. Simultaneamente, deves viver praticando os salutares esclarecimentos que armazenas, contribuindo para uma existência realizadora, humana e feliz.
Quando leias, exercita a praticidade do contributo cultural que assimilas.
O tempo urge, e as oportunidades de aplicação constituem tuas chances de progresso como de paz.
****
Conta-se que célebre monge budista, estudando algumas suras, descobriu que se não devia utilizar a pele de animais para conforto pessoal.
De imediato, levantou-se do catre e dali retirou o couro de um urso que lhe servia de apoio macio sobre as ripas da enxerga áspera.
Prosseguindo a leitura, porém, encontrou assinalado que, no entanto, se poderia usar a pele dos animais, quando se estivesse enfermo, esquálido ou envelhecido, a fim de ter diminuídas as penas e dores.
Ato contínuo, tomou da mesma com respeito, colocou-a no lugar de onde a retirara, sentou-se sobre ela e continuou a ler...
Conhecimento que não transforma em utilidade, pode ser qual "sepulcro caiado por fora", ocultando vérmina e morte por dentro, responsável pelo bafio do orgulho e da ostentação.
Joanna de Angelis
Do livro: Momentos de Felicidade
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