Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:
- Que todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação;
- Que toda pessoa se reveste de importância particular em nosso caminho;
- Que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de alguém;
- Que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;
- Que sem amor não há base firme nas construções espirituais;
- Que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;
- Que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;
- Que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;
- Que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;
- Que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;
- E que, em suma, não basta pedir aos Céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus...
EMMANUEL
Do livro: "Paz e Renovação"
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
ESCOLHA

Foto: Google Imagens
...o mal, muitas vezes transforma-se em paz e luz naqueles que o recebem e, invariavelmente, é sempre treva e dor naqueles que o praticam...
Chamados e escolhidos não constituem expressões que se ajustam unicamente ao quadro das revelações vertidas do Céu para a Terra.
Observemo-las no campo da experiência comum, de vez que toda criatura é escolhida para expressar os elementos chamados por ela mesma a substancializar o centro da própria vida.
Quem coleciona labaredas da tentação é escolhido para inflamar o incêndio da angústia.
Quem busca espinhos da estrada é escolhido para guardar o espinheiro no coração.
Quem anota desapontamentos e amarguras é escolhido para capitanear o desânimo.
Quem se esforça por estudar e aprender, é escolhido para guardar o conhecimento superior e transmiti-lo aos semelhantes.
Quem se esmera no cumprimento das próprias obrigações, é escolhido para representar a força do progresso.
Quem busca estender as flores da bondade é escolhido para colher os frutos da simpatia.
Serve a fraternidade e refletir-lhe-á a glória imperecível.
Exalta a fé pura e conver-te-ás em base de confiança.
Teus mais íntimos pensamentos são imãs vigorosos trazendo-te ao roteiro as forças que procuras.
Não te detenhas na tristeza que te angariará desencanto, nem te confines à revolta que te imergirá o coração nas correntes da indisciplina.
Esquece todo o mal para que o bem te enobreça o caminho.
Não olvides que o tempo infatigável dar-nos-á, hoje e sempre, o lugar que nos é próprio, porque a vida escolher-nos-á para a treva ou para a luz, segundo a nossa própria escolha.
Emmanuel
Emmanuel
Do livro: Irmão
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
REFLEXÃO DO DIA
Mesmo que o teu céu esteja carregado de cúmulos em forma de dores e preocupações, e aparentemente te encontres amesquinhado por angústias ultrizes, caminhando em terrível soledade, levanta, estóico e cristão, a cabeça, descrispa as mãos e torna-as asas de amor para com elas louvar o Senhor no trabalho e no bem com os quais alçarás vôo às Regiões da liberdade após o resgate que o sofrimento te enseja.
Recebe-o, pois, com amor e não desvaries.
Joanna de Ângelis
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
REFLEXÃO DO DIA
Encontrarás quem diga que a conquista do Reino dos Céus, na Terra, é loucura e estremecerás, atemorizado.
Ouvirás diatribes e bocas mordazes que emitirão conceitos deprimentes, referindo-se à tua conduta "fora de época".
Chamar-te-ão para apresentarem os dados negativos sobre os que, na atualidade, intentaram vida cristã correta, como marginais da sociedade.
Acompanharás com inquietudes íntimas os que facilmente galgam os degraus da fama, demorando-te no anonimato, em luta renhida.
No entanto, não sucumbas ante a noite prenhe de desencantos.
Aguarda a clara face da madrugada e prossegue pelo oceano de luz do dia.
Joanna de Ângelis
Ouvirás diatribes e bocas mordazes que emitirão conceitos deprimentes, referindo-se à tua conduta "fora de época".
Chamar-te-ão para apresentarem os dados negativos sobre os que, na atualidade, intentaram vida cristã correta, como marginais da sociedade.
Acompanharás com inquietudes íntimas os que facilmente galgam os degraus da fama, demorando-te no anonimato, em luta renhida.
No entanto, não sucumbas ante a noite prenhe de desencantos.
Aguarda a clara face da madrugada e prossegue pelo oceano de luz do dia.
Joanna de Ângelis
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
CHAMA DIVINA
Ante os conflitos que explodem no mundo, conserva-te em paz.
Não te deixes envolver pelo pessimismo.
Continua servindo e abençoando a vida.
O bem triunfa sempre.
A pouco e pouco, o homem ergue-se das sombras para luz.
Não cedas às sugestões da descrença.
A dor desperta as consciências adormecidas.
Ora e confia no futuro.
Por mais se alteiem as labaredas do ódio, o amor é chama divina a dissipar o mal.
Lembra-te que o Senhor permanece Velando.
Bezerra de Menezes
Do livro: Tendo bom ânimo
Não te deixes envolver pelo pessimismo.
Continua servindo e abençoando a vida.
O bem triunfa sempre.
A pouco e pouco, o homem ergue-se das sombras para luz.
Não cedas às sugestões da descrença.
A dor desperta as consciências adormecidas.
Ora e confia no futuro.
Por mais se alteiem as labaredas do ódio, o amor é chama divina a dissipar o mal.
Lembra-te que o Senhor permanece Velando.
Bezerra de Menezes
Do livro: Tendo bom ânimo
terça-feira, 25 de agosto de 2009
PACIFICAR
Não perturbe. Tranqüilize.
Não grite. Converse.
Não critique. Auxilie.
Não acuse. Ampare.
Não se irrite. Sorria.
Não fira. Balsamize.
Não se queixe. Compreenda.
Não condene. Abençoe.
Não exija. Sirva.
Não destrua. Edifique.
Recorde: a Humanidade é uma coleção de grupos e a paz do grupo de corações a que pertencemos começa de nós.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
Não grite. Converse.
Não critique. Auxilie.
Não acuse. Ampare.
Não se irrite. Sorria.
Não fira. Balsamize.
Não se queixe. Compreenda.
Não condene. Abençoe.
Não exija. Sirva.
Não destrua. Edifique.
Recorde: a Humanidade é uma coleção de grupos e a paz do grupo de corações a que pertencemos começa de nós.
André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
DO VAZIO EXISTENCIAL À FELICIDADE
Nas origens da nossa vida corpórea, os seres humanos eram marcados pelo primitivismo, que se expressava pela predominância da matéria, conforme explicado pelos Espíritos a Allan Kardec, através do Livro dos Espíritos. Como tal, nossas preocupações eram basicamente limitadas à satisfação das necessidades fisiológicas, como a sede, fome, procriação, e também a luta pela sobrevivência, através da força, da dominação dos seres mais fracos. Era uma época de total inconsciência, em que não existiam dúvidas e questionamentos. Pode-se dizer, em termos relativos, que o homem era feliz. Mas era uma felicidade que se compara à felicidade dos animais, que se contentam com a água, a comida e ao abrigo que lhe é dado. Mas porque não podemos permanecer toda a eternidade na ignorância, a natureza nos impõe a necessidade do progresso.
E ativando lentamente nossas conexões mentais, pudemos criar melhores ferramentas, construir melhores abrigos, se locomover melhor e mais rápido. Infelizmente, também, a construir mais e “melhores” armas.
O objetivo da vida é dar condições ao ser humano de alcançar suas finalidades superiores, conforme os planos do nosso Criador. E Ele nos deu a evolução, para que possamos, um dia, nos reaproximarmos Dele. Mas, como cita Joanna de Angelis: “A saga da evolução é longa e, por vezes, dolorosa.”
Para nos melhorarmos, a vida nos apresenta problemas e desafios, com grau de dificuldade ascendente, onde podemos gradativamente desenvolver todas as potencialidades que germinam em nosso Espírito.
Mas, é a partir deste ponto que as coisas se complicam.
Perdido e desorientado ante o mundo novo que descortinou à sua frente, e faltando ainda a definição de metas reais que o levassem a estados melhores, partiu o homem em uma busca desenfreada de sensações, herança imediata das necessidades fisiológicas do estado anterior, mas que naturalmente não trouxe ainda a paz, a tranqüilidade e a harmonia que se esperava.
Os exageros e as neuroses para reter muito, mostravam uma condição moral deprimente, e caracterizavam as fugas psicológicas que o homem utiliza para escapar à responsabilidade. Da necessidade de procriação para a perpetuação da espécie, passou-se à necessidade de aventuras sexuais variadas, onde o homem demonstra claramente sua condição animal, enxergando na criatura do sexo oposto (e, às vezes, até do mesmo sexo) a presa fácil que precisa ser conquistada. Mas após a satisfação dos prazeres fáceis e egoístas, e não encontrando a felicidade ambicionada, parte logo para novo ataque. E assim vai, um caso após outro, sem nunca lograr contentamento.
Outros se perdem nas viagens alucinantes provocadas pelas drogas e pelo álcool, querendo fugir dos seus problemas, fazendo de conta que eles não existem. Não querendo se comprometer ainda mais com a responsabilidade, eles preferem outros modos de viver, com alegrias fúteis e levianas, que lhe trazem a sensação fugaz de que eles tudo podem. E descontrolados, com os neurônios anestesiados, sem “saber o que fazem”, saem pelas cidades, levando a morte e destruição de outros serem que cruzam seus caminhos, porque não tem condições de discernir os seus atos. São os motoristas que dirigem embriagados, causando acidentes dos mais variados; os drogados que fazem assaltos à população, em busca de recursos que possibilitem continuar a “viagem”, e outros tipos de violência ainda mais grotesca...
Porém, passado o efeito destas substâncias, o ser se depara com ele mesmo e percebe uma nítida sensação de fracasso, porque sente ele que as coisas que fez não lhe trouxeram bons resultados, e comprometeram ainda mais a situação espiritual já precária.
Mas as fugas psicológicas manifestam-se também de outras formas.
A vaidade exagerada, tentando demonstrar à sociedade vigente uma situação de que talvez ainda não tenha, faz com que muitas pessoas corram às lojas, gastando o que tem e o que não tem, para aparecer bem nos eventos em que participa. A opinião alheia é muito importante para ele, e se alguém lhe diz que sua aparência ainda não está adequada, então ele volta às lojas, aos salões, às clínicas de estética, agora com mais sofreguidão, porque ele tem que estar sempre bonito e bem apresentado. Ignoram que a verdadeira beleza está no interior de cada um, e que existe uma enorme diferença entre ter uma vida saudável e uma preocupação neurótica de status.
O estresse que se acumula por tantas preocupações sem fundamento sobrecarrega paulatinamente o nosso espírito. E pouco a pouco vamos sentindo as conseqüências de tudo isso. Após os gozos efêmeros, vem a solidão, a ansiedade, a insegurança em relação às pessoas e situações e, finalmente, a depressão. Não é raro que nesta fase muitos tentem o suicídio. E alguns até conseguem.
É o vazio existencial que não foi preenchido a tempo, e que se transformou em um abismo, um buraco negro de emoções, onde permanecemos perdidos por muito tempo, e do qual saímos somente à custa de muita dor e sofrimento.
Diz Joanna de Angelis: “Este vazio existencial, de certo modo, também se deriva do tédio, da repetição de experiências que não se renovam, da quase indiferença pelas demais criaturas, sugerindo a inutilidade pessoal”.
E continua: “Este vazio, portanto, não significa ausência de significados internos, de valores adormecidos ou ignorados, mas sim, da incapacidade que toma o indivíduo, sugerindo-lhe impossibilidade ou inutilidade de lutar contra a maré das dificuldades, permitindo-se uma resignação indiferente, como mecanismo de autodefesa, que se transforma num grande vácuo interno”.
O grande filósofo Sartre, representante autêntico do existencialismo francês, assim como Albert Camus, disse que “quando se está triste, são os motivos de se alegrar que se tornam tristes. E a gente se alegra tristemente”. Ou seja, quando estamos afundados no vazio existencial, nada nos motiva a mudança de atitude. E até mesmo os fatos que seriam motivos de alegria se anulam, contaminados pela onda negativa em que nos afundamos. O pessimismo torna-se, então, marca registrada daqueles que se vêem acometidos por este verdadeiro caos espiritual.
O existencialismo, corrente filosófica que surgiu na Dinamarca, através do teólogo Sören Kierkegaard, que observou o sofrimento das pessoas contaminadas deste problema, e procurou localizar o problema que gera este comportamento depressivo, identificando que a causa primordial da angústia existencial estava no pavor da morte.
E na ânsia de enganar a morte, o indivíduo procura fugir de si mesmo, caindo no vazio existencial, através dos processos já citados.
Mas, seguindo nosso caminho evolutivo, porque Deus nos fez para a felicidade, deu-nos como ferramenta de melhoria espiritual a autoconsciência.
A autoconsciência, segundo Joanna de Angelis, “amplia os horizontes emocionais e psíquicos do ser, libertando de tudo o que o prende o passado”.
A autoconsciência nos traz, no entanto, uma carga de conflitos, sentimentos de culpa e remorsos, resultante do conhecimento de nossos erros anteriores, e do mal que causamos aos outros. Mas estes sentimentos são valores aflitivos que acompanham a autoconsciência. É o preço que pagamos pela nossa felicidade.
Mas, ao contrário do existencialismo pessimista, os conflitos advindos da autoconsciência nos abrem o caminho, porque mostra que estes conflitos e problemas são empecilhos que fazem parte da nossa proposta de educação. A conseqüência, após o período difícil, é a felicidade.
Dentro deste caminho, a “renovação pessoal pelo otimismo, a auto-estima, o hábito das ideações elevadas, da oração, da meditação, constituem eficientes recursos curativos para o auto-encontro, a paz interior”. (Joanna de Angelis)
A autoconsciência nos mostra o que realmente somos, os defeitos que temos que corrigir e, principalmente, dos nossos limites, desfazendo então o mito do super-homem, defendido por Nietzche, no século XIX.
São dois os caminhos que nos levam à felicidade: o caminho do amor e o caminho da dor. O caminho do amor é o mais curto, e traz mais rapidamente satisfação e alegrias perenes.
Mas, pelos nossos equívocos e erros de interpretação, procuramos sempre o caminho da dor. É o mais longo, no entanto, o que nos enriquece de experiências que ficarão marcadas para sempre em nossa memória.
Por escolhermos o caminho da dor e da dificuldade, a felicidade torna-se mais um desafio existencial a ser vencido. Por isso, ela torna-se difícil de ser alcançada.
“A visão da felicidade é sempre distorcida, levando o indivíduo a considerar que, quando não se encontra feliz, algo não está bem, o que é uma conclusão incorreta”. (Joanna de Angelis)
O que Joanna de Angelis quis dizer é que em nossa busca posicionamos a felicidade incorretamente dentro de um esquema de solução de problemas. Se temos um problema e almejamos a solução, a felicidade é o caminho que percorremos, porque é a oportunidade que estamos aproveitando. No entanto, pela nossa teimosia, colocamos a felicidade no final. E o problema, que na verdade é o ponto de origem, insistimos em localizar no percurso. Assim, se estamos atravessando este caminho difícil, não significa que estamos infelizes. Porque infelizes nos já estávamos. O estágio de sofrimento e prazer é inevitável, porque fazem parte do processo.
Do mesmo modo, a felicidade não se encontra na satisfação dos nossos desejos, porque após a conquista destes desejos, freqüentemente, segue-se um sentimento de insatisfação, e passamos a desejar outra coisa.
É ainda um resquício do nosso vazio existencial, a dar seus últimos suspiros.
No entanto, o ideal de felicidade está muito acima das futilidades materiais, e das conquistas sociais aparentes.
A felicidade está nos resultados reais que conquistamos em nosso espírito. Jesus lembrou a todos que seu reino não era deste mundo, situando a satisfação verdadeira no campo espiritual, e não no estado corporal.
Mas não precisamos, por conta disto, vivermos tristes e presos ao sofrimento.
Precisamos entender que a felicidade pode ser deste mundo sim, desde que passamos efetivamente dosar tudo o que acontece à nossa volta.
“A felicidade é uma forma de viver”, diz mais uma vez Joanna de Angelis.
Que possamos viver conscientes dos nossos erros e imperfeições, mas trabalhando para sanar estas questões, sem entregar-se ao desânimo.
Somente desta forma poderemos atender ao enunciado de Joanna de Angelis, e ao chamamento constante de Jesus.
E ativando lentamente nossas conexões mentais, pudemos criar melhores ferramentas, construir melhores abrigos, se locomover melhor e mais rápido. Infelizmente, também, a construir mais e “melhores” armas.
O objetivo da vida é dar condições ao ser humano de alcançar suas finalidades superiores, conforme os planos do nosso Criador. E Ele nos deu a evolução, para que possamos, um dia, nos reaproximarmos Dele. Mas, como cita Joanna de Angelis: “A saga da evolução é longa e, por vezes, dolorosa.”
Para nos melhorarmos, a vida nos apresenta problemas e desafios, com grau de dificuldade ascendente, onde podemos gradativamente desenvolver todas as potencialidades que germinam em nosso Espírito.
Mas, é a partir deste ponto que as coisas se complicam.
Perdido e desorientado ante o mundo novo que descortinou à sua frente, e faltando ainda a definição de metas reais que o levassem a estados melhores, partiu o homem em uma busca desenfreada de sensações, herança imediata das necessidades fisiológicas do estado anterior, mas que naturalmente não trouxe ainda a paz, a tranqüilidade e a harmonia que se esperava.
Os exageros e as neuroses para reter muito, mostravam uma condição moral deprimente, e caracterizavam as fugas psicológicas que o homem utiliza para escapar à responsabilidade. Da necessidade de procriação para a perpetuação da espécie, passou-se à necessidade de aventuras sexuais variadas, onde o homem demonstra claramente sua condição animal, enxergando na criatura do sexo oposto (e, às vezes, até do mesmo sexo) a presa fácil que precisa ser conquistada. Mas após a satisfação dos prazeres fáceis e egoístas, e não encontrando a felicidade ambicionada, parte logo para novo ataque. E assim vai, um caso após outro, sem nunca lograr contentamento.
Outros se perdem nas viagens alucinantes provocadas pelas drogas e pelo álcool, querendo fugir dos seus problemas, fazendo de conta que eles não existem. Não querendo se comprometer ainda mais com a responsabilidade, eles preferem outros modos de viver, com alegrias fúteis e levianas, que lhe trazem a sensação fugaz de que eles tudo podem. E descontrolados, com os neurônios anestesiados, sem “saber o que fazem”, saem pelas cidades, levando a morte e destruição de outros serem que cruzam seus caminhos, porque não tem condições de discernir os seus atos. São os motoristas que dirigem embriagados, causando acidentes dos mais variados; os drogados que fazem assaltos à população, em busca de recursos que possibilitem continuar a “viagem”, e outros tipos de violência ainda mais grotesca...
Porém, passado o efeito destas substâncias, o ser se depara com ele mesmo e percebe uma nítida sensação de fracasso, porque sente ele que as coisas que fez não lhe trouxeram bons resultados, e comprometeram ainda mais a situação espiritual já precária.
Mas as fugas psicológicas manifestam-se também de outras formas.
A vaidade exagerada, tentando demonstrar à sociedade vigente uma situação de que talvez ainda não tenha, faz com que muitas pessoas corram às lojas, gastando o que tem e o que não tem, para aparecer bem nos eventos em que participa. A opinião alheia é muito importante para ele, e se alguém lhe diz que sua aparência ainda não está adequada, então ele volta às lojas, aos salões, às clínicas de estética, agora com mais sofreguidão, porque ele tem que estar sempre bonito e bem apresentado. Ignoram que a verdadeira beleza está no interior de cada um, e que existe uma enorme diferença entre ter uma vida saudável e uma preocupação neurótica de status.
O estresse que se acumula por tantas preocupações sem fundamento sobrecarrega paulatinamente o nosso espírito. E pouco a pouco vamos sentindo as conseqüências de tudo isso. Após os gozos efêmeros, vem a solidão, a ansiedade, a insegurança em relação às pessoas e situações e, finalmente, a depressão. Não é raro que nesta fase muitos tentem o suicídio. E alguns até conseguem.
É o vazio existencial que não foi preenchido a tempo, e que se transformou em um abismo, um buraco negro de emoções, onde permanecemos perdidos por muito tempo, e do qual saímos somente à custa de muita dor e sofrimento.
Diz Joanna de Angelis: “Este vazio existencial, de certo modo, também se deriva do tédio, da repetição de experiências que não se renovam, da quase indiferença pelas demais criaturas, sugerindo a inutilidade pessoal”.
E continua: “Este vazio, portanto, não significa ausência de significados internos, de valores adormecidos ou ignorados, mas sim, da incapacidade que toma o indivíduo, sugerindo-lhe impossibilidade ou inutilidade de lutar contra a maré das dificuldades, permitindo-se uma resignação indiferente, como mecanismo de autodefesa, que se transforma num grande vácuo interno”.
O grande filósofo Sartre, representante autêntico do existencialismo francês, assim como Albert Camus, disse que “quando se está triste, são os motivos de se alegrar que se tornam tristes. E a gente se alegra tristemente”. Ou seja, quando estamos afundados no vazio existencial, nada nos motiva a mudança de atitude. E até mesmo os fatos que seriam motivos de alegria se anulam, contaminados pela onda negativa em que nos afundamos. O pessimismo torna-se, então, marca registrada daqueles que se vêem acometidos por este verdadeiro caos espiritual.
O existencialismo, corrente filosófica que surgiu na Dinamarca, através do teólogo Sören Kierkegaard, que observou o sofrimento das pessoas contaminadas deste problema, e procurou localizar o problema que gera este comportamento depressivo, identificando que a causa primordial da angústia existencial estava no pavor da morte.
E na ânsia de enganar a morte, o indivíduo procura fugir de si mesmo, caindo no vazio existencial, através dos processos já citados.
Mas, seguindo nosso caminho evolutivo, porque Deus nos fez para a felicidade, deu-nos como ferramenta de melhoria espiritual a autoconsciência.
A autoconsciência, segundo Joanna de Angelis, “amplia os horizontes emocionais e psíquicos do ser, libertando de tudo o que o prende o passado”.
A autoconsciência nos traz, no entanto, uma carga de conflitos, sentimentos de culpa e remorsos, resultante do conhecimento de nossos erros anteriores, e do mal que causamos aos outros. Mas estes sentimentos são valores aflitivos que acompanham a autoconsciência. É o preço que pagamos pela nossa felicidade.
Mas, ao contrário do existencialismo pessimista, os conflitos advindos da autoconsciência nos abrem o caminho, porque mostra que estes conflitos e problemas são empecilhos que fazem parte da nossa proposta de educação. A conseqüência, após o período difícil, é a felicidade.
Dentro deste caminho, a “renovação pessoal pelo otimismo, a auto-estima, o hábito das ideações elevadas, da oração, da meditação, constituem eficientes recursos curativos para o auto-encontro, a paz interior”. (Joanna de Angelis)
A autoconsciência nos mostra o que realmente somos, os defeitos que temos que corrigir e, principalmente, dos nossos limites, desfazendo então o mito do super-homem, defendido por Nietzche, no século XIX.
São dois os caminhos que nos levam à felicidade: o caminho do amor e o caminho da dor. O caminho do amor é o mais curto, e traz mais rapidamente satisfação e alegrias perenes.
Mas, pelos nossos equívocos e erros de interpretação, procuramos sempre o caminho da dor. É o mais longo, no entanto, o que nos enriquece de experiências que ficarão marcadas para sempre em nossa memória.
Por escolhermos o caminho da dor e da dificuldade, a felicidade torna-se mais um desafio existencial a ser vencido. Por isso, ela torna-se difícil de ser alcançada.
“A visão da felicidade é sempre distorcida, levando o indivíduo a considerar que, quando não se encontra feliz, algo não está bem, o que é uma conclusão incorreta”. (Joanna de Angelis)
O que Joanna de Angelis quis dizer é que em nossa busca posicionamos a felicidade incorretamente dentro de um esquema de solução de problemas. Se temos um problema e almejamos a solução, a felicidade é o caminho que percorremos, porque é a oportunidade que estamos aproveitando. No entanto, pela nossa teimosia, colocamos a felicidade no final. E o problema, que na verdade é o ponto de origem, insistimos em localizar no percurso. Assim, se estamos atravessando este caminho difícil, não significa que estamos infelizes. Porque infelizes nos já estávamos. O estágio de sofrimento e prazer é inevitável, porque fazem parte do processo.
Do mesmo modo, a felicidade não se encontra na satisfação dos nossos desejos, porque após a conquista destes desejos, freqüentemente, segue-se um sentimento de insatisfação, e passamos a desejar outra coisa.
É ainda um resquício do nosso vazio existencial, a dar seus últimos suspiros.
No entanto, o ideal de felicidade está muito acima das futilidades materiais, e das conquistas sociais aparentes.
A felicidade está nos resultados reais que conquistamos em nosso espírito. Jesus lembrou a todos que seu reino não era deste mundo, situando a satisfação verdadeira no campo espiritual, e não no estado corporal.
Mas não precisamos, por conta disto, vivermos tristes e presos ao sofrimento.
Precisamos entender que a felicidade pode ser deste mundo sim, desde que passamos efetivamente dosar tudo o que acontece à nossa volta.
“A felicidade é uma forma de viver”, diz mais uma vez Joanna de Angelis.
Que possamos viver conscientes dos nossos erros e imperfeições, mas trabalhando para sanar estas questões, sem entregar-se ao desânimo.
Somente desta forma poderemos atender ao enunciado de Joanna de Angelis, e ao chamamento constante de Jesus.
Por Fernando Luiz Petrosky
REFLEXÃO DO DIA
Aromatizemos a senda por onde seguimos ajudando e amando; mas conhecendo, também, quem somos, donde viemos e para onde vamos, procedamos com equidade e honradez, oferecendo ao mundo atormentado a segurança de nossa renovação espiritual com o amor dilatado em forma de auxílio a todas as criaturas.
Joanna de Ângelis
Joanna de Ângelis
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES
Estamos sendo convocados pelos Espíritos nobres para ser os lábios pelos quais a palavra de Jesus chegue aos corações empedernidos.
Estamos sendo convocados para ser os braços do Mestre, que afaguem, que se alonguem na direção dos mais aflitos, dos combalidos, dos enfraquecidos na luta.
Estamos colocados na postura do bom samaritano, a fim de podermos ser aquele que socorra o caído na estrada de Jericó da atualidade.
Nunca houve na história da sociedade terrena tantas conquistas de natureza intelectual e tecnológica! Nunca houve tanta demonstração de humanismo, de solidariedade, tanta luta pelos direitos humanos! É necessário, agora, que os cristãos decididos arregacem as mangas e ajam em nome de Jesus.
Em qualquer circunstância, que se interroguem: - em meu lugar que faria Jesus?
E, faça-o, conforme o amoroso Companheiro dos que não têm companheiros, faria.
Filhos da alma! Estamos saturados de tecnologia de ponta, graças, à qual, as imagens viajam no mundo quase com a velocidade do pensamento, e a dor galopa desesperada o dorso da humanidade em desalinho.
O Espiritismo veio como Consolador para erradicar as causas das lágrimas. Sois os herdeiros do Evangelho dos primeiros dias, vivenciando- o à última hora.
Estais convidados a impregnar o mundo com ternura, utilizando-vos da compaixão.
Periodicamente, neste planeta de provas e expiações, as mentes em desalinho vitalizam microorganismos viróticos que dão lugar a pandemias destruidoras.
Recordemo-nos das pestes que assolaram o mundo: a peste negra, a peste bubônica, as gripes espanhola, a asiática e a deste momento de preocupações, porque as mentes dominadas pelo ódio, pelo ressentimento, geram fatores propiciatórios à manifestação de pandemias desta e de outra natureza.
Só o amor, meus filhos, possui o antídoto para anular esses terríveis e devastadores acontecimentos, desses flagelos que fazem parte da necessidade da evolução. Sede vós aquele que ama. Sede vós, cada um de vós, aquele que instaura o Reino de Deus no coração e dilata-o em direção da família, do lugar de trabalho, de toda a sociedade.
Não postergueis o dever de servir para amanhã, para mais tarde. Fazei o bem hoje, agora, onde quer que se faça necessário.
As mães afro-descendentes, as mães de todas as raças, em um coro uníssono, sob o apoio da Mãe Santíssima, oram pela transformação da Terra em Mundo de Regeneração.
Sede-lhes filhos dóceis à sua voz quão dócil foi o Crucificado galileu que, ao despedir-se da Terra, elegeu-a mãe do evangelista do amor, por extensão, a Mãe Sublime da Humanidade. Muita paz, meus filhos.
Que o Senhor de bênçãos nos abençoe. O servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública em torno da maternidade, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 13 de agosto de 2009.)
Estamos sendo convocados para ser os braços do Mestre, que afaguem, que se alonguem na direção dos mais aflitos, dos combalidos, dos enfraquecidos na luta.
Estamos colocados na postura do bom samaritano, a fim de podermos ser aquele que socorra o caído na estrada de Jericó da atualidade.
Nunca houve na história da sociedade terrena tantas conquistas de natureza intelectual e tecnológica! Nunca houve tanta demonstração de humanismo, de solidariedade, tanta luta pelos direitos humanos! É necessário, agora, que os cristãos decididos arregacem as mangas e ajam em nome de Jesus.
Em qualquer circunstância, que se interroguem: - em meu lugar que faria Jesus?
E, faça-o, conforme o amoroso Companheiro dos que não têm companheiros, faria.
Filhos da alma! Estamos saturados de tecnologia de ponta, graças, à qual, as imagens viajam no mundo quase com a velocidade do pensamento, e a dor galopa desesperada o dorso da humanidade em desalinho.
O Espiritismo veio como Consolador para erradicar as causas das lágrimas. Sois os herdeiros do Evangelho dos primeiros dias, vivenciando- o à última hora.
Estais convidados a impregnar o mundo com ternura, utilizando-vos da compaixão.
Periodicamente, neste planeta de provas e expiações, as mentes em desalinho vitalizam microorganismos viróticos que dão lugar a pandemias destruidoras.
Recordemo-nos das pestes que assolaram o mundo: a peste negra, a peste bubônica, as gripes espanhola, a asiática e a deste momento de preocupações, porque as mentes dominadas pelo ódio, pelo ressentimento, geram fatores propiciatórios à manifestação de pandemias desta e de outra natureza.
Só o amor, meus filhos, possui o antídoto para anular esses terríveis e devastadores acontecimentos, desses flagelos que fazem parte da necessidade da evolução. Sede vós aquele que ama. Sede vós, cada um de vós, aquele que instaura o Reino de Deus no coração e dilata-o em direção da família, do lugar de trabalho, de toda a sociedade.
Não postergueis o dever de servir para amanhã, para mais tarde. Fazei o bem hoje, agora, onde quer que se faça necessário.
As mães afro-descendentes, as mães de todas as raças, em um coro uníssono, sob o apoio da Mãe Santíssima, oram pela transformação da Terra em Mundo de Regeneração.
Sede-lhes filhos dóceis à sua voz quão dócil foi o Crucificado galileu que, ao despedir-se da Terra, elegeu-a mãe do evangelista do amor, por extensão, a Mãe Sublime da Humanidade. Muita paz, meus filhos.
Que o Senhor de bênçãos nos abençoe. O servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública em torno da maternidade, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 13 de agosto de 2009.)
AS PERGUNTAS CERTAS
Tony Robbins, um destacado instrutor de vendas norte-americano, publicou numa edição da Personal Sellings Power uma história cujo significado serve de inspiração para que se faça profundas reflexões a respeito.
Ele conta ter conhecido um escritor que durante a segunda guerra escapou de um campo de concentração e extermínio na Polônia.
Uma noite, relata Tony Robbins em seu artigo, esse escritor tirou a roupa e se atirou num monte de corpos de pessoas que haviam sido executadas pouco tempo antes.
Deitou-se ali, nu, quase sendo esmagado, até que no dia seguinte foram todos jogados por nazistas num caminhão aberto. O veículo dirigiu-se para fora da cidade e os corpos, com o escritor vivo mas imóvel entre eles, foram despejados numa grande vala. E assim aguardou até o cair da noite, não sendo difícil imaginar o desconforto e a tensão sentidos por esse homem. Já escuro, ele caminhou nu as 45 milhas que o separava da liberdade.
Robbins interrompe então sua narrativa e pergunta qual a diferença que existiu entre o escritor e as outras pessoas que simplesmente marcharam para a morte na câmara de gás?
Na sua opinião, a diferença é que a maioria das pessoas perguntava:
"Por que isso acontece comigo?" ou "por que Deus fez isso comigo?",
enquanto o escritor perguntou simplesmente "Como eu vou sair daqui?". E repetiu para si a mesma pergunta até conseguir achar uma resposta.
Autoria Desconhecida
Ele conta ter conhecido um escritor que durante a segunda guerra escapou de um campo de concentração e extermínio na Polônia.
Uma noite, relata Tony Robbins em seu artigo, esse escritor tirou a roupa e se atirou num monte de corpos de pessoas que haviam sido executadas pouco tempo antes.
Deitou-se ali, nu, quase sendo esmagado, até que no dia seguinte foram todos jogados por nazistas num caminhão aberto. O veículo dirigiu-se para fora da cidade e os corpos, com o escritor vivo mas imóvel entre eles, foram despejados numa grande vala. E assim aguardou até o cair da noite, não sendo difícil imaginar o desconforto e a tensão sentidos por esse homem. Já escuro, ele caminhou nu as 45 milhas que o separava da liberdade.
Robbins interrompe então sua narrativa e pergunta qual a diferença que existiu entre o escritor e as outras pessoas que simplesmente marcharam para a morte na câmara de gás?
Na sua opinião, a diferença é que a maioria das pessoas perguntava:
"Por que isso acontece comigo?" ou "por que Deus fez isso comigo?",
enquanto o escritor perguntou simplesmente "Como eu vou sair daqui?". E repetiu para si a mesma pergunta até conseguir achar uma resposta.
Autoria Desconhecida
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
ASSEIO VERBAL
"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só o que for bom para promover a edificação" – Paulo (Efésios, 4:29).
Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene.
Reservatórios são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas.
Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentícias.
Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados.
Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia.
Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruína moral?
Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam.
Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo de ser; se respeitáveis, traz-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas, carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, sintonizam-nos com representantes da indisciplina; se azedas, afinam-nos de imediato, com os campeões do azedume.
Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe. Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa língua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilíbrio e perversão.
Emmanuel
Do livro: Centelhas
Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene.
Reservatórios são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas.
Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentícias.
Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados.
Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia.
Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruína moral?
Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam.
Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo de ser; se respeitáveis, traz-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas, carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, sintonizam-nos com representantes da indisciplina; se azedas, afinam-nos de imediato, com os campeões do azedume.
Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe. Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa língua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilíbrio e perversão.
Emmanuel
Do livro: Centelhas
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DA MANSÃO DO CAMINHO

A Mansão do Caminho, construída numa área de 78.000 metros quadrados, está envolvida pelo verde profundo da mata nativa e pelo colorido festivo dos seus jardins.
Divaldo Franco, juntamente com Nilson de Souza Pereira, Tio Nilson, fundou esta obra de amor e de fraternidade no dia 15 de agosto de 1952, na cidade do Salvador.
O primeiro prédio da Mansão do Caminho, nome dado em homenagem à Casa do Caminho dos primeiros cristãos, situava-se na rua Barão de Cotegipe, nº 124, no bairro da Calçada, em Salvador.
Um caso interessante ocorreu em 1948 quando Divaldo Franco, através de uma visão psíquica, entra em contato com as suas futuras instalações, vendo-se a si próprio, já idoso, entre as crianças que seriam, num futuro próximo, criadas e educadas pela Mansão do Caminho.
Todavia, foi somente no ano de 1955 que foi adquirido o terreno onde seria construída a Mansão do Caminho, localizada no bairro Pau da Lima, na cidade do Salvador.
Começava a nascer, então, o que viria a ser uma dupla experiência: os lares-famílias, reprogramando o ambiente familiar com sábias orientações cristãs e espíritas, envolvidas pela ternura fraternal dos tios e das tias sempre sob a orientação de Divaldo Franco e de Tio Nilson.
Assim, sob as luzes e as bênçãos da nobre Mentora Espiritual Joanna de Ângelis esses lares floresceram contribuindo com o aprimoramento intelectual, moral e espiritual de milhares de crianças que receberam desta Colméia de amor a oportunidade ímpar de uma existência digna e feliz. Desta forma, em mais de quarenta anos, cerca de 680 crianças e jovens residiram nesses lares substitutos, até a emancipação. Uma grande parte deles constituiu família, mantendo seus lares com edificação, trabalhando dignamente, cada qual na área escolhida.
Posteriormente, a partir de 1987, uma nova filosofia de trabalho educacional foi implantada, a fim de adequar o trabalho da Instituição às modernas propostas da pedagogia, bem como, procurar melhor atender os problemas da realidade social em que a obra está¡ inserida. Foi, então, alterada a estrutura de condição de crianças residentes, visando a mantê-las no meio social em que nasceram, tendo a Instituição como apoio e sustentáculo a fim de reerguê-las ao progresso material e espiritual, dignificando as suas existências.
Pouco a pouco foram surgindo as escolas Jesus Cristo, Allan Kardec e Alvorada Nova, matriculando do jardim de infância, pré-primário à 8ª série mais de 2000 alunos. Para oferecer maior apoio à família, foi fundada a Creche A Manjedoura, cuidando de 150 bebês de dois meses a três anos de idade, diariamente, das 7:00 horas da manhãs às 17:00 horas.
Fonte: www.mansaodocaminho.com.br
Texto sugerido por Adriano Barboza
PRESENÇA DE LUZ
Se puseres amor no tempo que Deus te reserva, nunca te sentirás sobre o domínio do tédio ou do desânimo, porque as tuas horas se converterão em prazer de servir.
Se colocares amor nas afeições que o Senhor te permite cultuar, nunca sofrerás ingratidão ou desengano, porque transformará o próprio espírito em vaso de abnegação e entendimento, colhendo de ti mesmo a felicidade de fazer a felicidade dos entes queridos.
Se cultivares amor na execução do dever que a Divina Providência te atribui, nunca experimentarás cansaço ou desencanto, porque o trabalho se te fará fonte de alegria, na alegria de ser útil.
Se aplicares amor nos recursos verbais que a Eterna Sabedoria te confere, nunca te complicarás em manifestações infelizes, porque a tua palavra se transubstanciará em clarão e benção, naquilo em que te expresses.
Se espalhares amor no lugar em que as Leis da Vida te situam, nunca te observarás na condição de vítima do desequilíbrio, porque a tua influência se tornará serenidade e esperança, garantindo a harmonia e a tranqüilidade onde estejas.
Se conservares o amor no coração, - obra divina do Universo, - nunca te perderás na sombra, porque terás convertido a própria alma em presença de luz.
Autoria Desconhecida
Se colocares amor nas afeições que o Senhor te permite cultuar, nunca sofrerás ingratidão ou desengano, porque transformará o próprio espírito em vaso de abnegação e entendimento, colhendo de ti mesmo a felicidade de fazer a felicidade dos entes queridos.
Se cultivares amor na execução do dever que a Divina Providência te atribui, nunca experimentarás cansaço ou desencanto, porque o trabalho se te fará fonte de alegria, na alegria de ser útil.
Se aplicares amor nos recursos verbais que a Eterna Sabedoria te confere, nunca te complicarás em manifestações infelizes, porque a tua palavra se transubstanciará em clarão e benção, naquilo em que te expresses.
Se espalhares amor no lugar em que as Leis da Vida te situam, nunca te observarás na condição de vítima do desequilíbrio, porque a tua influência se tornará serenidade e esperança, garantindo a harmonia e a tranqüilidade onde estejas.
Se conservares o amor no coração, - obra divina do Universo, - nunca te perderás na sombra, porque terás convertido a própria alma em presença de luz.
Autoria Desconhecida
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
LIVRE ARBÍTRIO
Você já ouviu, alguma vez, falar de Livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão.
Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.
Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.
Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que tirar um seio por causa da doença.
Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para curtir.
Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto.
A decisão sempre é sua.
O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como conseqüência. E essa reação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito; para uma ação positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado correspondente.
Se você chega no trabalho bem-humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua.
Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua. Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colheremos flores, se plantarmos espinheiros, colheremos espinhos.
Não há outra saída.
Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça Divina.
Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos.
São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes.
Um dia, eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume.
É só deixar nas mãos do jardineiro Divino, a quem chamamos de Criador.
Autoria Desconhecida
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão.
Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.
Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.
Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que tirar um seio por causa da doença.
Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para curtir.
Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto.
A decisão sempre é sua.
O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como conseqüência. E essa reação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito; para uma ação positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado correspondente.
Se você chega no trabalho bem-humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua.
Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua. Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colheremos flores, se plantarmos espinheiros, colheremos espinhos.
Não há outra saída.
Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça Divina.
Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos.
São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes.
Um dia, eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume.
É só deixar nas mãos do jardineiro Divino, a quem chamamos de Criador.
Autoria Desconhecida
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
REFLEXÃO DO DIA
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
CRÍTICA
"Sejam para ti só, e não para os estranhos contigo." Prov. 5:17
Respeita quem te acompanha pelas estradas que percorres e não abuses do teu poder de analisar, gastando o tempo em criticar os outros; observa se teus passos estão certos.
Toda análise com má intenção nos leva à cegueira; quem procura mostrar os defeitos alheios sempre se esquece dos seus.
Se desejas ser intransigente com faltas, que seja para ti somente, e não para os estranhos contigo.
Em todos os teus atos, lembra-te da ponderação; somos responsáveis pelos nossos atos e quem semeia, queira ou não, colherá. Vê o que plantas!
Aprecia a coleção dos teus dias e escreve se possível for o que fazes e que não deverias ter feito, e no dia seguinte terás alegria.
Todo trabalho de iluminação é o Cristo nascendo em nós.
Quem censura os companheiros em caminho não encontrou o guia do coração, para mostrar-lhe a estrada de luz.
O critério nasce da fraqueza conosco mesmo, e morre quando usamos de maledicência.
Sê censor de ti mesmo, nas vinte e quatro horas do dia; se por vezes deixares um minuto para o julgamento alheio, poderás perturbar todo o teu esforço na conquista do Amor.
A crítica faz inimizades que podem perdurar séculos, mas o Amor faz companheiros sinceros para a eternidade. Escolhe o melhor para o teu coração.
Antes de criticar o teu irmão, vê se o Cristo fazia o mesmo.
Autoria Desconhecida
Respeita quem te acompanha pelas estradas que percorres e não abuses do teu poder de analisar, gastando o tempo em criticar os outros; observa se teus passos estão certos.
Toda análise com má intenção nos leva à cegueira; quem procura mostrar os defeitos alheios sempre se esquece dos seus.
Se desejas ser intransigente com faltas, que seja para ti somente, e não para os estranhos contigo.
Em todos os teus atos, lembra-te da ponderação; somos responsáveis pelos nossos atos e quem semeia, queira ou não, colherá. Vê o que plantas!
Aprecia a coleção dos teus dias e escreve se possível for o que fazes e que não deverias ter feito, e no dia seguinte terás alegria.
Todo trabalho de iluminação é o Cristo nascendo em nós.
Quem censura os companheiros em caminho não encontrou o guia do coração, para mostrar-lhe a estrada de luz.
O critério nasce da fraqueza conosco mesmo, e morre quando usamos de maledicência.
Sê censor de ti mesmo, nas vinte e quatro horas do dia; se por vezes deixares um minuto para o julgamento alheio, poderás perturbar todo o teu esforço na conquista do Amor.
A crítica faz inimizades que podem perdurar séculos, mas o Amor faz companheiros sinceros para a eternidade. Escolhe o melhor para o teu coração.
Antes de criticar o teu irmão, vê se o Cristo fazia o mesmo.
Autoria Desconhecida
sábado, 8 de agosto de 2009
ATITUDE PURA
Toda ação realizada com um sentimento de inteireza no coração é organicamente pura.
Para tomar uma atitude pura é preciso perceber que só quando escolhemos ir além do conflito, do medo e da ilusão, é que estamos dizendo sim a um processo de purificação íntima e despoluindo o meio ambiente de nossas consciências.
Somos essencialmente puros sempre que nossos pensamentos, emoções e atos estão em sintonia com a visão maior de nossa Alma.
Tente praticar uma atitude pura:
Comece cada dia como se estivesse diante de tudo pela primeira vez.
Permita-se renovações, renascimentos, inspirando-se num contato mais consciente com a Natureza.
Pensamentos negativos poluem o corpo e o meio ambiente muito rapidamente.
Veja como anda seu pensar. Visualize todo o seu ser envolto na mais sublime luz da Alma e sinta a força purificadora que emana daí.
Autoria Desconhecida
Para tomar uma atitude pura é preciso perceber que só quando escolhemos ir além do conflito, do medo e da ilusão, é que estamos dizendo sim a um processo de purificação íntima e despoluindo o meio ambiente de nossas consciências.
Somos essencialmente puros sempre que nossos pensamentos, emoções e atos estão em sintonia com a visão maior de nossa Alma.
Tente praticar uma atitude pura:
Comece cada dia como se estivesse diante de tudo pela primeira vez.
Permita-se renovações, renascimentos, inspirando-se num contato mais consciente com a Natureza.
Pensamentos negativos poluem o corpo e o meio ambiente muito rapidamente.
Veja como anda seu pensar. Visualize todo o seu ser envolto na mais sublime luz da Alma e sinta a força purificadora que emana daí.
Autoria Desconhecida
terça-feira, 4 de agosto de 2009
REFLEXÃO DO DIA
"Quem não for senhor de si mesmo, não espere ter a força moral, porque esta só se adquire quando se ensaia a vontade na dominação dos apetites. É desse modo que se convencem as multidões, não com palavras vãs, mas com fatos, que têm a eloqüência de uma demonstração matemática.
Os fatos entram no domínio das ciências exatas, sua evidência inegável convence até aqueles que são sistematicamente incrédulos."
Amália Domingos Soler
Do livro: Memórias do Padre Germano
Os fatos entram no domínio das ciências exatas, sua evidência inegável convence até aqueles que são sistematicamente incrédulos."
Amália Domingos Soler
Do livro: Memórias do Padre Germano
Assinar:
Comentários (Atom)